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A 4 de Fevereiro de 1923 os sócios do Benfica decidem, por aclamação, em Assembleia Geral, avançar para a construção do Campo das Amoreiras, que seria inaugurado a 13 de Dezembro de 1925 com uma vitória por 8-1, sobre o Casa Pia.
O Benfica atingia, assim, as Bodas de Prata, numa época em que era liderado por Cosme Damião. Em 1926/27, fruto precisamente de discordâncias quanto ao projecto do Campo das Amoreiras e à equipa de futebol, que desde 1919/20 não se sagrava campeã de Lisboa ao nível das primeiras categorias, Cosme Damião abandona o poder.
O estádio só duraria mais 13 anos. Em 23 de Junho de 1940, a equipa despede-se das Amoreiras com uma vitória sobre o Barreirense (5-2). O problema colocado pelo abandono daquele recinto foi objecto de sucessivas assembleias.
Os sócios acabaram por delegar plenos poderes à direcção de Manuel da Conceição Afonso que negociou, então, com o Governo, uma nova alternativa.
Salvador marca na estreia
Eugénio Salvador, famoso actor do teatro de revista, ficaria na história do Campo das Amoreiras ao apontar o primeiro golo dos encarnados no novo recinto. Diante do Casa Pia, a 13 de Dezembro de 1925, o Benfica venceu por 8-1. Com 15 mil lugares, o Campo das Amoreiras era considerado um dos melhores da Península Ibérica.
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