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Era um dos mais respeitados avançados do início dos anos 90 e para isso muito contribui a excelência do Mundial de Itália, no qual serviu de complemento ao génio de Maradona - a Argentina chegaria à final do Campeonato do Mundo, perdida para a Alemanha.
Claudio Caniggia chegou à Luz com o rótulo de fenómeno universal capaz de activar o "marketing" mas também de contribuir com o seu jogo empolgante para o engrandecimento de uma equipa que acabara de vencer o título nacional.
O seu futebol de repentismos, marcado pela velocidade de pernas e de execução, que tinha a baliza permanentemente nos olhos e reclamava o apoio dos companheiros, fez estragos ao longo da época - o sabor a desilusão resulta da expectativa exacerbada e da quebra de uma equipa que, afinal, não era tão forte.
O seu entendimento com João Pinto funcionou e a expressão do seu jogo dimensionou-se ainda mais a partir do momento em que passou a contar com a presença de Edilson, o brasileiro campeão do Mundo em 2002.
Na Liga dos Campeões
A época de Claudio Caniggia teve as marcas da regularidade e da presença assídua. Na I Divisão fez 24 jogos e marcou oito golos, num total de 34 jogos e 16 golos, números que estão longe de ser maus. Na Liga dos Campeões expressou bem o seu talento: foi decisivo nas vitórias, de 3-1, sobre o Anderlecht (dois golos), e 2-1, sobre o Steaua Bucareste (um golo).
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