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Foi um fenómeno ocasional, desenquadrado de qualquer geração e sem passado nas selecções mais jovens; era apenas um jogador interessante que actuava no Vizela, na II Divisão, e que de um dia para o outro apareceu na Luz com o descaramento de discutir um lugar entre a elite.
Vítor Paneira era um extremo de condução primorosa, generoso na luta, hábil com a bola nos pés e bem relacionado com o golo. O drible não era a sua especialidade mas a noção do espaço, do tempo, em suma, do jogo, levou-o a crescer de forma absolutamente irresistível; em pouco tempo ganhou lugar no Benfica e logo a seguir transformou-se em referência do futebol português.
Jogou sete épocas de encarnado e foi três vezes campeão nacional; na I Divisão, fez 207 jogos e marcou 28 golos como jogador benfiquista; quando abandonou o clube, em rotura com o comando técnico de Artur Jorge, dimensionando polémica institucional que também afectou Isaías, era já um consagrado e uma grande figura do clube.
Não saiu por estar em fim de carreira (tinha apenas 29 anos) nem por quebra de rendimento (mostrou-o nas quatro temporadas seguintes em Guimarães). Saiu apenas como prova material de uma revolução falhada.
Figura da Selecção
A estreia na Selecção Nacional aconteceu a 12 de Novembro de 1988, na Suécia, início de impressionante sequência de 21 jogos consecutivos na equipa das quinas.
No final da carreira, o número de internacionalizações ascendeu a 44, duas das quais conseguidas ao serviço do V. Guimarães. Aos 30 anos fez ainda parte dos 22 que estiveram no Euro-96.
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