Treinador do Benfica analisou empate (2-2) com o Boca Juniors
Sobre Di María
"Para além de um excelente profissional, é um grande ser humano. Vou ter muitas saudades dele e de trabalhar com ele. Para além de ser um grande jogador, respeitou sempre todas as minhas decisões. Isso é muito importante para mim. É um orgulho enorme trabalhar com ele como jogador, mas, acima de tudo, como homem e o exemplo que dá aos colegas. Ao longo da época, aceitou sempre muito bem as minhas decisões."
Importância de Otamendi
"É muito importante. Aproveito para mais uma vez valorizar o trabalho da equipa técnica. Somos uma das equipas da Europa com mais aproveitamento de bola parada. Mérito e criatividade do nosso staff em idealizar movimentações para criar oportunidades. Temos um registo de golos muito bom. O Nico está a fazer uma época fantástica. Já tinha superado os golos de bola parada na época. Fez mais um. É um jogador muito importante para nós nesse momento. Quer a atacar, quer a defender. Uma experiência enorme, liderança e um exemplo no profissionalismo e no trabalho"
O que achou da exibição de Carreras?
"Foi uma partida a crescer. Começou intermitente mas cresceu. Acaba por ter uma boa oportunidade na segunda parte para marcar. Estamos muito felizes com o Álvaro, ele está muito feliz por estar no Benfica. Foi um prazer enorme... e continua a ser um prazer enorme trabalhar com ele"
Diferenças entre 2019 e 2025:
"É uma equipa diferente. Mas para mim é sempre um prazer trabalhar no Benfica e trabalhar com estes jogadores. Eles nunca desistem, acreditam até ao fim. Provaram-no durante a época e provaram-no outra vez hoje"
Cálculos para o apuramento:
O mais importante é vencermos o próximo jogo e depois vamos jogar com o Bayern, com essa ambição de conquistar pontos.
Começámos bem o jogo, fomos a melhor equipa. Tivemos uma boa chance. Sofremos 2 golos, especialmente o primeiro é difícil de aceitar.
Adeptos do Boca
"Foi um ambiente fantástico. O jogo teve muita energia dentro e fora de campo. Na segunda parte, o jogo teve muitas paragens. Podia ter mais ritmo. Infelizmente não teve. Somos uma equipa com ritmo e senti que o Boca não ia suportar o nosso ritmo. O apontamento que eu faço é que cinco minutos de compensação é realmente curto. Foi um jogo com muita energia fora de campo. Senti que estávamos a jogar fora, os adeptos do Boca preencheram grande parte do estádio. Mas tenho um orgulho enorme porque os nossos adeptos fizeram-se ouvir."
Sobre presença de João Félix no estádio, gostava que algo tivesse ficado fechado?
"Tem de haver as duas vontades: a vontade e o aspeto financeiro. Há a vontade e sentimos que há vontade dos dois lados. Tem de haver o aspeto financeiro: que negócio e quanto temos para gastar no João e do lado do João ele entender que o Benfica não pode suportar o salário. Isto é para ser claro. Temos muita vontade que o João regresse. Sabemos que há muitos jogadores que gostam de voltar, mas quando as propostas chegam o ordenado é curto. Tem de haver essas duas capacidades: de um lado de oferecer e concretizar uma proposta, do outro perceber que em Portugal não se paga os ordenados que se pagam nos outros clubes."
Lateral-direito, esta noite mostrou ser urgente contratar um jogador para essa posição? Aursnes passa a ser uma outra opção?
"O Fredrik é um jogador fantástico, mas conto com ele noutra posição. No decorrer do jogo, pode jogar ali e ajudar-nos. Não há problema, mas a começar de início não. Precisamos de um defesa direito."
Kökçü e Aktürkoglu fora do onze.
Tenho de ter a mentalidade de selecionador. Há que olhar para a época desgastante dos dois. O Kökçü saiu na final da Taça com uma lesão. Viram hoje que tem uma ligadura no meio da perna quase até ao tornozelo. Na segunda parte podiam entrar com a temperatura mais fresca, dando energia e andamento que queríamos. Foi uma época desgastante. O Renato e o Bruma adaptaram-se muito bem ao clima e vieram com uma energia muito boa. Senti que podia começar com eles.
Calculadora:
Primeiro temos de vencer e ter isso em equação. Depois temos o jogo com o Bayern.
A equipa tem sempre esta atitude, esta determinação.
Análise ao jogo:
"Fico com a sensação de que fomos a melhor equipa. Tivemos uma entrada muito boa, com uma boa oportunidade do Renato. Sofremos dois golos que nos penalizaram imenso. Marcámos um golo na primeira parte. A nossa alteração foi tentar meter um homem ao pé do Pavlidis, meter gente entrelinhas. Procurar diagonais curtas para dentro da área. Ficamos condicionados com a expulsão. Mesmo com 10 fomos a melhor equipa. Chegámos com mérito ao empate e sinto que podíamos ter vencido. Queríamos ter 3 pontos. Temos de fazer o máximo de pontos para seguir para a fase seguinte, que é o nosso objetivo."
Bruno Lage aborda o empate com a formação, num duelo intenso que terminou em 2-2 após a formação argentina ter estado a vencer por 2-0.
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