«Era importante controlar os movimentos em profundidade que o Sporting faz melhor do que ninguém...»
O que pretendia com este meio-campo?
"Há duas coisas distintas. Uma é a pressão alta e outra baixar o bloco. Com o bloco baixo, aquilo que queriamos fazer com o Ríos e o Aursnes era controlar o jogo entrelinhas, quando aparece o Pote ou o Trincão, mas também acompanhar os movimentos em profundidade que o Sporting faz melhor do que ninguém. O Sporting tem quatro, cinco, seis jogadores que atacam profundidade e queria que os médios contrlassem esses movimentos. Para o fazer precisava de outro médio quando o bloco baixava e esses jogadores saíam na profundidade, precisava de outro médio que me fechasse a zona central, de maneira a que quando o bloco tivesse baixo nós tivessemos compactos. Rafa e Sudakov são dois 'dezes' que não o fazem. Fazem pressão na frente, mas não controlam o que está por trás. O Barreiro faz. Foi assim que foi crescendo no início da minha chegada e sabia que ia fazê-lo muito bem. Mesmo empatado, não quis mexer naquela organização, mas sim nos 3 da frente. E acho que é aí que viramos do mínio do Sporting, que é inverter o papel do atancate. Em vez de ser um para a profundidade, era um para baixar. E pronto... correu bem"
Termina a conferência de impresa
