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Depois do intervalo, águias criaram um vendaval de futebol ofensivo. Não o concluíram e deram-se mal
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Foi preciso sofrer dois golos, ver outras tantas defesas decisivas de Vlachodimos e atirar ao poste esquerdo do Lyon por três vezes (duas por Pizzi e uma por André Almeida) para que o Benfica se empertigasse e reagisse ao plano perfeito do adversário. Só depois de ter sido posto em causa na sua condição de equipa em crescimento, a celebrar a Eusébio Cup, durante os primeiros 20 minutos da segunda parte, a equipa de Rui Vitória evoluiu para exibição de ouro: nesse período, os encarnados atiraram-se ao jogo como se não houvesse amanhã; diversificaram o assalto à baliza contrária; criaram caudal ofensivo imparável, com os seus melhores jogadores em plano de grande evidência, Pizzi e Salvio acima dos demais. Depositadas todas as energias no restabelecimento da igualdade, a surpresa veio depois, porque até final a águia nunca mais repetiu o nível exibicional, dando por terminada a tarefa com o 2-2. O Lyon recuperou do vendaval que o afetou e acabou por vencer um jogo no qual, à exceção daqueles minutos avassaladores do antagonista, foi uma equipa menos brilhante mas muito mais consistente no futebol que desenvolveu.
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