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Quando Ghazaryan assinou o segundo golo do Chaves, aos 90’+4, todas as considerações eram possíveis, menos uma: que o empate não correspondia ao sucedido na hora e meia que para trás ficara. O golo não caiu do céu, não foi fortuito, antes correspondeu ao tremendo esforço flaviense para dar a volta a um jogo que começou a perder aos 3 minutos e que, mesmo depois de ter feito 1-1, parecia condenado a perder pelo segundo tiro certeiro de Rafa, consumado aos 84 minutos. O duelo teve as marcas de uma atitude diferente perante o que se foi passando; o Benfica esteve por cima porque cedo se adiantou no marcador mas a maior despesa do jogo, a maior intensidade depositada, o sentimento de revolta e o comando das operações foi quase sempre dos transmontanos.
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