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Foi o regresso à normalidade expressa na longa história das competições europeias e em 45 anos de confrontos directos: o Benfica somou ontem, na Luz, a 12.ª derrota, em 20 jogos efectuados com equipas inglesas.
Os encarnados, que, na época passada, desafiaram a estatística e somaram 3 vitórias consecutivas com formações britânicas, não aproveitaram a embalagem mais recente e voltaram a sair derrotados. A reedição do jogo que, há menos de um ano, abriu ao Benfica as portas dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões, serviu agora para confirmar a relação complicada da equipa com os seus adeptos.
Mesmo tendo em conta a actuação agradável, principalmente a que assinou nos primeiros 45 minutos, muito acima do que tem feito na Liga portuguesa, o ambiente revelou-se pesado no final da partida.
Uma só vitória
Se o balanço benfiquista nos despiques europeus com ingleses é francamente negativo, então o Manchester United pode mesmo considerar-se a “besta negra” do clube da Luz: os diabos vermelhos de Old Trafford ganharam uma Taça dos Campeões Europeus ao Benfica de Eusébio e infligiram na Luz uma das derrotas mais pesadas da história da águia (1-5).
Feitas as contas, em 6 jogos entre as duas equipas, os ingleses venceram 5 e os portugueses apenas um, precisamente o de 2005/06, selado com golos de Geovanni (actualmente no Cruzeiro) e Beto (não saiu do banco).
Em três meses
Não deixa de ser impressionante que, num percurso de 45 anos, o Benfica tenha conseguido metade das vitórias frente a equipas ingleses em escassos três meses: venceu o Manchester United em Dezembro de 2005 e o Liverpool, em duas ocasiões, entre Fevereiro e Março de 2006.
Para trás ficaram outros tantos triunfos, sobre Tottenham (1961/62), Liverpool (1984/85) e Arsenal (1991/92), sinal de que sentiu sempre problemas de encaixe num estilo de jogo muito especial.
Último classificado ainda reduziu na 2ª parte, mas o líder reagiu e Lúcio Rocha fechou as contas frente à equipa onde se formou (5-1)
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