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19 abril

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A terceira geração

Mimmo Carretelli, 74 anos, jornalista, acompanha o Nápoles desde 1962. Conheceu jogadores como Altafini, Sivorí, Orlandini, Savoldi, Careca, Alemão ou Maradona e sabe como poucos a história do clube. Afirma que “as grandes equipas tiveram sempre um grande argentino como símbolo maior”. Primeiro foi Omar Sivorí, nos anos 60: “Fez com Altafini uma das melhores duplas de ataque de sempre. O Altafini marcava os golos, Sivorí fazia a equipa jogar e dava muitos a marcar”, resume, com um brilho no olhar.

“O Nápoles sempre contou com um craque argentino. Teve essencialmente duas grandes equipas e, pelo que vejo, está uma terceira a crescer. E lá está, com mais um argentino de grande classe, o Lavezzi, que me parece ser metade Sivorí, metade Maradona. Mas não façamos confusões, o Maradona foi o melhor jogador da história do clube, sem dúvida”, afirma peremptoriamente.

Mimmo diz-se amigo do “maior”, Diego Armando Maradona. E lembra os seus méritos, até fora de campo. “Conseguiu unir esta cidade. Havia as famílias ligadas à máfia e o restante povo mas com ele na cidade parecia tudo mais calmo. Maradona era amigo do chefe da máfia, na altura, e conseguia que o povo napolitano não fosse tão pressionado”, explica, lembrando a equipa de… “Deus”. “Era muito evoluída, adulta e sabia como agir em todas as situações. Tinha Maradona mas não só. Também Ferrara, Careca, Alemão e De Napoli, jogadores adultos e muito talentosos. Não podia ser comparada à actual, jovem e ainda a formar-se.”

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