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As ações do clube da Luz terminaram o dia com uma queda de mais de 5% na sequência da detenção do presidente do Benfica, Luís Filipe Vieira.
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As ações do Sport Lisboa e Benfica SAD terminaram a sessão desta quarta-feira a afundar 5,52% para os 2,911 euros, tendo afundado as perdas depois da detenção do presidente do clube, Luís Filipe Vieira, que aconteceu na sequência das buscas realizadas hoje. Esta foi a maior queda diária em bolsa registada pelo clube da Luz desde abril do ano passado. Apesar da queda volumosa, foram negociadas apenas 1.324 ações nesta quarta-feira, um valor que fica aquém da média diária dos últimos nove meses de 3.085 títulos que trocaram de mãos. Os títulos dos encarnados abriram o dia a cair, mas foram afundando as perdas à medida que as notícias sobre as buscas ao presidente do clube, Luís Filipe Vieira, foram saíndo. Primeiro, ainda da parte da manhã, o jornal Sol avançou com as buscas a Vieira e ao empresário José António dos Santos, conhecido como "o rei dos frangos", levando as ações do Benfica a caírem em torno dos 4%. Depois, com as notícias da detenção, avançadas pela RTP e pela SIC, os títulos agravaram a desvalorização para a casa dos 5%. Ao contrário do que ocorre com a negociação das ações dos outros dois clubes portugueses em bolsa, o Porto e o Sporting, as ações do Benfica são transacionadas em mercado contínuo na Euronext Lisboa (entre as 8h e as 16h30). Já os títulos dos "leões" e dos "dragões" negoceiam por chamada, em dois momentos do dia (às 10h30 e às 15h30). Em causa estão suspeitas de burla qualificada ao Fundo de Resolução, fraude fiscal qualificada e branqueamento de capitais. Estará também em causa para Luís Filipe Vieira uma investigação de abuso de confiança, que estará relacionada com a venda de capital da SAD do Benfica. Segundo apurou o Negócios, estarão também a haver buscas na SAD. Já José António dos Santos é o principal acionista individual da SAD, com 12,7%. Em 2017, o presidente da Valouro comprou ações da SAD à Somague e ao Novo Banco.
Esta foi a maior queda diária em bolsa registada pelo clube da Luz desde abril do ano passado. Apesar da queda volumosa, foram negociadas apenas 1.324 ações nesta quarta-feira, um valor que fica aquém da média diária dos últimos nove meses de 3.085 títulos que trocaram de mãos.
Os títulos dos encarnados abriram o dia a cair, mas foram afundando as perdas à medida que as notícias sobre as buscas ao presidente do clube, Luís Filipe Vieira, foram saíndo.
Primeiro, ainda da parte da manhã, o jornal Sol avançou com as buscas a Vieira e ao empresário José António dos Santos, conhecido como "o rei dos frangos", levando as ações do Benfica a caírem em torno dos 4%. Depois, com as notícias da detenção, avançadas pela RTP e pela SIC, os títulos agravaram a desvalorização para a casa dos 5%.
Ao contrário do que ocorre com a negociação das ações dos outros dois clubes portugueses em bolsa, o Porto e o Sporting, as ações do Benfica são transacionadas em mercado contínuo na Euronext Lisboa (entre as 8h e as 16h30). Já os títulos dos "leões" e dos "dragões" negoceiam por chamada, em dois momentos do dia (às 10h30 e às 15h30).
Em causa estão suspeitas de burla qualificada ao Fundo de Resolução, fraude fiscal qualificada e branqueamento de capitais. Estará também em causa para Luís Filipe Vieira uma investigação de abuso de confiança, que estará relacionada com a venda de capital da SAD do Benfica. Segundo apurou o Negócios, estarão também a haver buscas na SAD.
Já José António dos Santos é o principal acionista individual da SAD, com 12,7%. Em 2017, o presidente da Valouro comprou ações da SAD à Somague e ao Novo Banco.
Esta foi a maior queda diária em bolsa registada pelo clube da Luz desde abril do ano passado. Apesar da queda volumosa, foram negociadas apenas 1.324 ações nesta quarta-feira, um valor que fica aquém da média diária dos últimos nove meses de 3.085 títulos que trocaram de mãos.
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