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02 maio

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Águia é a primeira a dizer 33

Águia é a primeira a dizer 33
Águia é a primeira a dizer 33 • Foto: Miguel Barreira

Foram 28 jogos, 26 jogadores e 73 pontos. É com estes três números que se escreve a história do 33.º título da história do Benfica, o segundo sob o comando de Jorge Jesus, obtido em domingo de Páscoa. Com duas jornadas ainda por disputar, as águias já podem festejar. E como festejaram, logo após a vitória na partida de ontem com o Olhanense.

Com este triunfo, o Benfica alarga para seis o avanço sobre o FC Porto na lista de campeonatos nacionais. Os dragões somam 27, 14 dos quais ganhos nos últimos 20 anos. Desde que Jorge Jesus chegou à Luz, há cinco temporadas, as contas equilibraram-se e a equipa azul e branca tem uma vantagem mínima, de 3-2. Já mais distante está o Sporting, com 18 títulos. Belenenses e Boavista, por uma vez cada, foram as exceções que confirmam a ditadura dos grandes na história do campeonato nacional.

No total de troféus conquistados, o FC Porto ainda leva vantagem: 74 contra 70. A fazer a diferença estão os sete títulos internacionais (duas Taças dos Campeões, duas Taças UEFA, duas Intercontinentais e uma Supertaça europeia) do clube nortenho, contra apenas duas Taças dos Campeões do Benfica. Com a final da Taça de Portugal já assegurada e ainda em prova na Liga Europa e na Taça da Liga, o clube da Luz pode reduzir a diferença para apenas um troféu.

Antes de tempo

Este é o terceiro título nacional obtido pelo Benfica nas últimas nove temporadas, o que confirma claras melhorias em relação a um passado recente. Em 2004/05, a equipa orientada por Giovanni Trapattoni quebrou um jejum que já se prolongava havia 11 anos. Depois disso, foi com Jorge Jesus (2009/10 e 2013/14) que os encarnados bateram a concorrência. E, ao contrário do que aconteceu nas duas vitórias anteriores, não foi preciso esperar pela última jornada para lançar os foguetes e abrir o champanhe da vitória.

Este é o resultado de um percurso que começou mal, com uma derrota na deslocação ao terreno do Marítimo, e que foi melhorando de forma exponencial à medida que as jornadas foram passando. A prova disso é que os encarnados somam 15 vitórias e um empate nos últimos 16 jogos disputados na Liga – conquistaram um total de 46 pontos em 48 possíveis. Números que contrastam com os três empates e uma derrota consentidos nas primeiras 12 jornadas (25 pontos dos 36 em disputa) e que chegaram a deixar as águias a cinco pontos da liderança, então ocupada pelo FC Porto.

Ainda com dois jogos pela frente, o Benfica pode aspirar à melhor pontuação desde que o campeonato foi reduzido a 30 jornadas, em 2006/07. Para isso, será preciso vencer o V. Setúbal em casa e no terreno do FC Porto, no clássico marcado para a última jornada desta Liga. Se o conseguir, a equipa encarnada irá terminar a prova com 79 pontos, batendo o registo do ano passado por dois. Em 2009/10, a época terminou com “apenas” 76 pontos.

Festa para três que já saíram

Entre os 26 futebolistas utilizados por Jorge Jesus na caminhada para a conquista do título nacional 2013/14, há três que não estiveram nas comemorações. São eles Matic, Ola John e Bruno Cortez, que deixaram a Luz em janeiro, mas que também terão direito à faixa de campeões nacionais.

A troco de 25 milhões de euros, o titular indiscutível Matic rumou ao Chelsea, onde ainda luta pela possibilidade de ser também campeão inglês. Quanto a Ola John e Bruno Cortez, menos utilizados, acabaram por sair pela porta pequena: o holandês foi emprestado ao Hamburgo, da Alemanha, enquanto o lateral-esquerdo foi “devolvido” ao São Paulo, que o cedeu ao Criciúma.

Entre os futebolistas que fazem parte do plantel principal, apenas há dois que não jogaram nesta edição da Liga: o guarda-redes Paulo Lopes e o central Steven Vitória.

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