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O chumbo do orçamento do clube para a temporada 2020/21 não terá resultados práticos. Alberto Miguéns, historiador do Benfica, ressalvou o facto de os "estatutos serem omissos" quanto a uma possível consequência relativamente ao sinal de veto por parte do sócios.
"Só com a alteração aos estatutos em 1996 é que passou a ser necessária a votação do orçamento do clube. Ainda assim, desde o início que não existe qualquer problema em ser votado favoravelmente ou de forma negativa, apenas tem de ser levado a votação. Portanto, neste momento a direção fará o que quiser. Agora existem três caminhos: a direção pode ir pelo caminho democrático e levar novamente um novo orçamento a votação para aprovação dos sócios; pode ir por um caminho intermédio que passa por dizer que realizou algumas alterações ao documento; ou pode nem ligar ao chumbo do orçamento e executá-lo como está", sublinhou Miguéns a Record, vincando que se trata do primeiro chumbo do orçamento dos encarnados desde que a votação passou a ser levada a cabo, em 1996.
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