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“Foi o momento mais impactante para mim”, revela o antigo capitão que celebrou 12 títulos
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André Almeida é um dos 20 jogadores imortalizados no Mural dos Campeões no Estádio da Luz e histórias na ‘casa’ do Benfica são o que não falta ao antigo jogador do clube, de 33 anos. Contratado em 2011, passou um ano cedido à U. Leiria antes de se afirmar de águia ao peito, emblema que envergou até 2022/23. Chegou a capitão e conquistou 5 campeonatos, 2 Taças de Portugal, 1 Supertaça e 4 Taças da Liga.
Questionado sobre qual terá sido o melhor momento que viveu na Luz, André Almeida foi claro. “Quando nos tornámos tetracampeões e eu vi subir a faixa com o Tetra e a restante equipa por baixo. Foi o momento mais impactante para mim, porque, quando assinei pelo Benfica, lembro-me de falar com o meu pai e dizer que ia trabalhar muito para pertencer à história deste clube”, afirmou à BTV.
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Ao longo de tantos anos no Benfica é natural que haja muitos episódios curiosos. “São mais no balneário, brincadeiras entre o grupo. A preparação da mota do Eliseu, se calhar, é a história mais gira que há para contar, mas dentro do campo há histórias muito bonitas. O envolvimento com os adeptos, o envolvimento das equipas pelas quais eu tive o privilégio de passar. Muitos bons momentos e isso é o que mais fica”, recordou André Almeida, acrescentando: “Um jogo em que estamos a perder 0-3 com o Sporting e o estádio não nos deixa cair. Ficámos a 7 ou 8 pontos, e os benfiquistas a gritar ‘Eu amo o Benfica’. Se a Luz for sempre assim, não há quem nos segure.”
"Era cruzamento mas foi grande golo"
A carreira de André Almeida ficou marcada com o golo ao Portimonense [vitória por 2-1 a 8/9/2017], que foi nomeado ao prémio Puskas. “Quando as pessoas falam comigo na rua é o que mais perguntam. ‘Foi de propósito ou foi sem querer? Por felicidade, a bola saiu muito alta, no ponto certo para dar 3 pontos ao Benfica. Sim, era um cruzamento, mas foi um grande golo.”
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