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Talisca deu ontem asas à imaginação e à capacidade de passe a longa distância...
Destaque: Talisca (nota 3)
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A aragem mais fresca da tarde veio dos seus pés e da sua cabeça. Deu asas à técnica para rubricar uma mão cheia de aberturas de se lhe tirar o chapéu. Macio a defender, deixou Amorim algumas vezes desprotegido. Faltou-lhe intensidade, atributo indispensável quando os jogos forem a doer e, como tal, não existir tempo para pensar e executar.
Artur (2)
Inevitavelmente marcado pelo lance do golo, apesar de não ter sido o principal responsável. César ofereceu-lhe um presente envenenado, obrigando-o a ajoelhar na tentativa de abafar a bola. Não o conseguiu e, clique!, a fotografia saiu tremida.
Maxi (3)
Há anos que o uruguaio apresentou o cartão de visita aos adeptos do Benfica. Raça, força de vontade e... vontade de fazer força. Um desempenho que não traiu minimamente o seu historial na Luz.
Sidnei (2)
Lento, muito lento, apostando tudo na colocação no terreno e leitura de jogo. Não é defeito, é feitio! A verdade é quem nem sempre leu escorreitamente o texto que tinha em cima da mesa, revelando desentendimentos à esquerda e ao meio.
Amorim (2)
Menos assertivo do que no jogo com o Marselha. Procurou segurar o melhor que pôde o meio-campo, sendo penalizado pelo facto de não se encontrar ainda num momento alto, em termos físicos, e de ter um vasto território para palmilhar. O que não teria ele dado por uma mãozinha de Enzo...
Salvio (3)
Fez funcionar duas ou três vezes o turbo, naquele que constituiu um aperitivo para a época que se avizinha. Pressionou e assumiu a vocação de desequilibrador, conduzindo o perigo à área contrária.
Gaitán (2)
A forma como – isolado! – se deixou desarmar pelo guarda-redes merecia que alguém o colocasse de mão estendida à espera de... uma palmatória. Algumas borrifadelas de classe em campo... apenas!
Lima (2)
É verdade que foi à procura da bola, à procura de alguma distração que lhe permitisse aplicar a velocidade para agredir a baliza. Mas a tarde acabou por ser de nevoeiro, já que raramente viu a baliza.
Cardozo (1)
Toda a gente sabe que o seu ponto forte não é a mobilidade. Ou o servem bem ou nada feito. E ontem... nada feito!
João Teixeira (3)
Chegou à partida cheio de personalidade. Olhou para o lado e não se atemorizou ao ver umas quantas feras. Esquadrinhou o miolo e deu-se até ao desplante de tentar o golo.
Ola John (3)
Autor dos acordes mais interessantes escutados na segunda metade. Colocou o extremo reduto do Ajax várias vezes em xeque, através de mudanças de velocidade e direção. O bolo podia até ter tido uma cereja, mas rematou fraquinho e a possibilidade de golo esfumou-se.
Jara (1)
Que displicência! O que lhe passou pela cabeça para bater o penálti assim? Enfim, ofereceu o ouro ao bandido e, claro!, viu complicar-se a permanência no plantel.
João Cancelo (2)
O jogo veio demonstrar que tem um longo caminho a percorrer em termos defensivos. Nem todos os adversários desaproveitarão os espaços que teima em deixar nas costas...
André Almeida (1)
Integrou-se no miolo.
Paulo Lopes (1)
Sem trabalho.
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