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Argel contou na sala de imprensa que quando estava a fazer exercícios de aquecimento, já na segunda parte, comentou com Zahovic e Cristiano que estava "louco para entrar" em campo. Sentia a força e a garra que aparentemente faltava à equipa. Segundo explicou, foi Miklós Fehér quem lhe deu essa determinação, que depois acabaria por se transmitir aos restantes companheiros.
"Queria tanto entrar que parece que houve uma transmissão de pensamentos com o treinador. Senti que podia contribuir muito. Faltava motivação, raça, determinação, alma... Grande parte da força que sentimos deve ter vindo do Miki. Tenho a certeza que, onde quer que ele esteja, deu-nos uma energia muito forte", salientou o jogador brasileiro, explicando com mais pormenores aquilo que viveu em campo. "Já não via isto no Benfica há muito tempo. Havia uma força entre os adeptos, os jogadores, os técnicos, algo que nos ajudava, que nos levava para cima, e penso que era o Miki. Ganhámos com a ajuda dele."
Por isso, para Argel actuar a ponta-de--lança ou a central era indiferente. "O que queria era entrar para poder ajudar os meus companheiros e isso aconteceu. Jogava até a guarda-redes se fosse preciso... Acho que quando jogamos com alma há sempre uma grande probabilidade de ganhar. Era um encontro importantíssimo, um dos nossos objectivos passa por chegar à final da Taça e estávamos a viver um momento delicado, precisávamos dar a volta ao resultado. Por isso, nos 10 ou 15 minutos finais foi como se estivéssemos a jogar o último encontro das nossas vidas", salientou o camisa três do Benfica.
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