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Águias recusam ideia que exista risco de incumprimentos de regras de estabilidade financeira da UEFA
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Na sexta-feira foi apresentado um estudo da autoria de João Duarte, professor universitário da Nova SBE, que traçou um cenário alarmista para as contas do Benfica e avisou para o risco das águias entrarem em incumprimento financeiro perante as regras da UEFA. O trabalho que foi encomendado por um grupo de adeptos do Benfica, nomeadamente Marco Galinha, motivou uma resposta dura por parte do Benfica, que nega as alegações do académico.
Agora, é a vez de João Duarte se mostrar disponível para debater com um dos responsáveis financeiros dos encarnados, de modo a que se perceba se, efetivamente, existe o risco de incumprimento ou não. Além disso, há algumas questões que os adeptos do Benfica querem resposta: "Qual o rendimento médio líquido das transferências de vendas neste mandato?; Qual é a percentagem de rendimento líquido que efetivamente entra nos cofres do clube? Qual é o peso dos custos de intermediação média no valor das compras de jogadores? Qual é o aumento com os custos operacionais e quais são os custos atuais com pessoal e prestações de serviço? Como se justificam os brutais aumentos verificados neste mandato?".
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No comunicado divulgado, vinca-se que se trata de um "exercício de transparência que os benfiquistas merecem" e que, por isso, devem ser esclarecidos.
"Segundo a direção do Benfica, no que concerne à análise histórica da performance económico-financeira do clube, tudo o que foi apresentado no estudo está errado e conforme cita o comunicado emitido: "É totalmente falso que o Benfica esteja em qualquer risco económico". Ora, em primeiro lugar, o estudo não faz esta afirmação. Apenas aponta para o risco de incumprimento das regras de estabilidade financeira da UEFA caso as tendências nas contas públicas se mantenham. Em segundo lugar, fundamentando-se esta análise, entre outros, em dados públicos de uma empresa cotada em Bolsa e devidamente auditada, consideramos que a irresponsabilidade existe apenas no comunicado da direção que gera dúvidas sobre a robustez dos indicadores por si revelados", pode ler-se, num texto em que se apela para a realização do referido debate: "Face ao sucedido, pugnando por mais transparência e escrutínio no nosso clube e uma cabal explicação aos sócios sobre a atual situação económico-financeira do Benfica à luz dos últimos relatórios conhecidos, desafiamos a atual direção para um debate público entre o Prof. doutor João Duarte, autor da análise publicada, e um responsável financeiro do clube como forma de esclarecimento. Quem não deve não teme".
Na nota divulgada por este movimento de sócios, também se estranha a celeridade com que a direção encarnada se apressou a dar resposta ao estudo que foi apresentado horas antes. "Destacamos a invulgar rapidez e mediatização da resposta da direção, lamentando que a comunicação do Benfica seja mais implacável a atacar um grupo de sócios preocupados em analisar, escrutinar e discutir o estado do clube do que perante outros que, em vários domínios, tanto nos têm prejudicado. Esclarecer e unir para salvar o Benfica, assim seja esse o objetivo de todos.
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