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02 maio

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Benfica aponta "principais marcas" da temporada e garante: «Nada aconteceu por capricho»

Encarnados sublinham "capacidade de resistir aos ataques que todos os dias chegavam do exterior"

O Benfica voltou esta terça-feira a sublinhar que o 37.º título de campeão nacional conquistado no sábado não foi "'apenas mais um campeonato". "O Benfica conseguiu, isso sim, juntar ao mérito do seu desempenho uma bandeira chamada ‘Verdade Desportiva’", pode ler-se na newsletter dos encarnados.

Apontando "algumas das principais marcas" da temporada - "recuperação de 7 pontos, a melhor 2.ª volta de todos os tempos, a qualidade do seu futebol, o recorde de golos marcados, o discurso elevado dos seus protagonistas e a capacidade de resistir a todos os ataques que todos os dias chegavam do exterior" -, as águias apontam que "nada aconteceu por capricho". "A subida à primeira equipa de jogadores formados no Caixa Futebol Campus foi apenas a consequência lógica de um projeto de autor (Luís Filipe Vieira) que tinha exatamente este objetivo: trabalhar (bem) lá em 'baixo' para chegar (bem) lá 'acima'. Foi a combinação desse talento desenvolvido no CFC com a maturidade e qualidade de uma base muito sólida e segura (que já existia) que permitiu, assim, formar uma das equipas mais interessantes que o futebol português algum dia viu", escrevem. 

Leia na íntegra: 

"Tudo está bem quando acaba bem! O 37.º Campeonato Nacional da história do Benfica será sempre recordado, por muitas e variadas razões, como uma das vitórias mais saborosas de sempre. 

Não se tratou de uma Reconquista qualquer. Não foi ‘apenas’ mais um Campeonato. O Benfica conseguiu, isso sim, juntar ao mérito do seu desempenho uma bandeira chamada ‘Verdade Desportiva’. 

A recuperação de 7 pontos, a melhor 2.ª volta de todos os tempos, a qualidade do seu futebol, o recorde de golos marcados, o discurso elevado dos seus protagonistas e a capacidade de resistir a todos os ataques que todos os dias chegavam do exterior são algumas das principais marcas de uma temporada que fica para a eternidade. 

Como irá ficar, obviamente, a ‘impressão digital’ do Seixal em tudo o que aconteceu em 2018/19. Nunca o Benfica tinha contado com tantos produtos da sua formação no plantel principal e nunca esses talentos tinham sido tão decisivos como desta vez. 

Nada aconteceu por capricho. Nada se passou de forma circunstancial. A subida à primeira equipa de jogadores formados no Caixa Futebol Campus (CFC) foi apenas a consequência lógica de um projeto de autor (Luís Filipe Vieira) que tinha exatamente este objetivo: trabalhar (bem) lá em ‘baixo’ para chegar (bem) lá ‘acima’. 

Foi a combinação desse talento desenvolvido no CFC com a maturidade e qualidade de uma base muito sólida e segura (que já existia) que permitiu, assim, formar uma das equipas mais interessantes que o futebol português algum dia viu. 

Todos os números impressionam no campeão nacional: 103 golos marcados (recorde igualado), 87 pontos (a 2.ª melhor pontuação jamais alcançada), 16 vitórias e 1 empate na 2.ª volta, com triunfos nos estádios de FC Porto (2.º classificado), Sporting (3.º), Sp. Braga (4.º), V. Guimarães (5.º), Moreirense (6.º) e Rio Ave (7.º), o melhor marcador da prova (Seferovic, com 23 golos, e sem qualquer penálti), a equipa mais jovem e, também, a que utilizou mais jogadores da sua formação. E isto na primeira época de Bruno Lage como treinador principal. Chegou, viu e venceu. Um campeão… sem derrotas! A 6 de janeiro (Dia de Reis), quando se estreou nesse Benfica-Rio Ave (4-2), quem poderia adivinhar que isto iria acabar assim? 

O 37 representa muito, como se vê. E representa também uma candidatura bastante séria à hegemonia do futebol português. Quem vence 5 campeonatos nas últimas 6 temporadas já é, por maioria de razão, o clube dominador. Há bons motivos, porém, para acreditar que o melhor ainda está para vir. 

Porque no Benfica, quando se ganha, só há uma coisa que passa a interessar: voltar a ganhar. A caminhada para o 38 começou no momento em que último adepto que foi ao Marquês regressou a casa. 

PS: 18 de maio de 2019 foi um dia que os Benfiquistas jamais esquecerão. Para além da Reconquista mais desejada, a equipa de futebol feminino do Benfica também venceu o seu primeiro grande troféu: a Taça de Portugal. Uma temporada de estreia que terminou da melhor forma e com a garantia de que o projeto veio mesmo para ficar. Há novos – e enormes! – desafios já para o futuro imediato, numa fase em que o futebol feminino atinge níveis de interesse e popularidade nunca vistos até do ponto de vista internacional. A época ainda não acabou e, para já, a equipa liderada por João Marques apresenta os seguintes números: 31 jogos, 30 vitórias, 1 derrota, 406 golos marcados, 6 golos sofridos. Também no futebol feminino, o melhor ainda está para vir!"

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