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13 fevereiro

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Benfica e a contagem dos votos das eleições: «De uma vez por todas termina a suspeição»

Encarnados sublinham que "integridade do ato eleitoral nunca esteve em causa"

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• Foto: SL Benfica

O Benfica sublinhou esta segunda-feira que a "pequeníssima discrepância nos números apurados" na contagem dos votos físicos que ocorreu este fim-de-semana (diferença de 136 votos em falta nas urnas, o que representa cerca de 0,35% em relação ao total de votantes em todo o ato eleitoral), "atesta inequivocamente a fiabilidade do sistema de voto eletrónico". 

"Este procedimento, que observa a total transparência em relação ao ato mais importante na vida associativa do clube, tratou-se do cumprimento da promessa efetuada logo após a tomada de posse da atual direção. De uma vez por todas termina a suspeição e o ruído em torno dos resultados eleitorais. A integridade do ato eleitoral nunca esteve em causa. A contagem dos votos físicos, com os resultados apurados, só a reforça", pode ler-se.

O cartão de sócio "no bolso"

António Pires de Andrade, presidente da Mesa da Assembleia Geral do Benfica, foi um de quatro presentes na contagem dos votos, que decorreu no sábado, entre as 15 horas e a meia-noite, além do secretário-geral, João Salgado, e dois sócios convidados. "Podemos concluir que o sistema eletrónico é fiável, pode ser utilizado independentemente do físico", assumiu Pires de Andrade.

O sucessor de Rui Pereira na lidearnaça da MAG revelou que o processo foi conduzido por 30 trabalhadores e dirigentes da Prosegur e que as urnas estiveram à guarda da alemã Reisswolf. "A qualidade dos votos colocados nas urnas estava impecável. Parece que tinham sido colocados ontem [anteontem], em termos de tinta ou papel. Não se verificou qualquer anomalia", sublinhou, acrescentando que "não foram encontradas situações de anormalidade". "Verificámos que todas as urnas se encontravam com todos os selos em perfeito estado", reforçou, em comunicado.

Pires de Andrade afirmou que apenas nas dez urnas de Lisboa se registou uma diferente muito superior (119) ao das restantes sete [ver infografia]. "A única razão talvez seja o facto de alguns sócios poderem ter ficado com o voto físico no bolso para recordação. Vi alguns casos em que os sócios tiraram fotografias ao voto físico para enviá-lo por mail ou WhatsApp, para dizer que votaram. Depois meteram-no no bolso", observou.

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