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Movimento Servir o Benfica quer eliminar este direito, pois considera que "evita conflitos de interesse com o sentido de voto da direção"
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Os sócios do Benfica irão voltar a reunir-se, amanhã, em Assembleia Geral, para discutir os estatutos do clube da Luz. E, entre as medidas a serem votadas, está o fim do direito de voto nas eleições das Casas, Filiais e Delegações. O Movimento Servir o Benfica considera que "o fim do voto institucional valoriza a vontade genuína de cada sócio, sem qualquer influência dos representantes destas instituições".
Esta seria uma mudança estrutural na dinâmica eleitoral dos encarnados, uma vez que, cada Casa do Benfica tem direito a 50 votos, enquanto as Casas e Filiais valem 20 votos cada. O Movimento Servir o Benfica pretende avançar com esta alteração estatutária no que diz respeito a eleições, mas não só. É que o grupo de adeptos encarnados também considera essencial a existência de uma segunda volta nas eleições e explica o motivo.
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"Garante que o vencedor reúne o apoio da maioria dos votantes, proporcionando uma legitimação mais sólida do resultado eleitoral e assegurando que o presidente eleito tem uma base eleitoral mais ampla", escreveu o Movimento Servir o Benfica em comunicado, que considera, ainda, que tal irá permitir o surgimento de mais candidaturas e que irá fortalecer a "democracia interna".
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