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Bryan Cristante não veste a camisola do Benfica desde a primeira metade da temporada passada
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Bryan Cristante não veste a camisola do Benfica desde a primeira metade da temporada passada, na qual fez três encontros, mas na memória do jovem italiano, de 22 anos, continua a estar a passagem pela Luz. Em jeito de balanço destes últimos meses, onde representou quatro clubes (águias, Palermo, Pescara e Atalanta), o médio admite que sentiu problemas em quase todos esses emblemas e explica o porquê.
"Os primeiros três clubes apresentaram dificuldades reais. No Benfica foi difícil estabelecer-me como titular, pois é um clube de topo europeu e, com a troca de treinador na temporada passada, fiquei com pouco espaço", começou por admitir o médio, que na conversa com a edição de Bergamo do 'Corriere della Sera' admite que, por sua vontade, ficaria em Itália. "Conseguiram o meu empréstimo até junho, altura em que pode ser ampliado. Espero ficar".
Na Atalanta, Cristante é orientado por Gian Piero Gasperini, um técnico que, com o seu trabalho, o faz desejar permanecer na Serie A. "É um mestre do futebol e obriga-nos a trabalhar no duro", refere Cristante, que depois foi questionado sobre se esta fase foi aquela na qual mais teve de trabalhar: "No meu primeiro ano de Benfica, o Jorge Jesus era, digamos, ainda mais intenso".
A finalizar, a comparação entre a forma como se vive o futebol em Itália e Portugal. E, aí, o italiano fez uma apreciação curiosa. "Em Portugal o futebol é vivido de uma forma ainda mais intensa em comparação com Itália. As pessoas ainda enchem estádios, vivem quase em absoluto para o futebol. E quanto ao Benfica, é uma religião... Estão quase sempre pelo menos 50 mil pessoas nos seus jogos", recordou.
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