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Entretanto, os encarnados ainda não formalizaram qualquer contrato. Quer com a Somague quer com a Câmara Municipal. E aguardam uma decisão do Tribunal Cível relativa à providência cautelar interposta por um associado
O NOVO Estádio da Luz deverá custar ao Benfica uma verba muito próxima dos 134 milhões de euros (26,8 milhões de contos), mais quinze milhões de euros (três milhões de contos) do que o montante inicialmente previsto. Estes números, que correspondem a um aumento de 12,6 por cento, surgem depois de um estudo solicitado pela Direcção benfiquista à empresa de consultadoria, KBMG, e divulgado ontem na 8.ª Vara do Tribunal Cível de Lisboa, na sequência da providência cautelar interposta pelo sócio nº 47 469, Jorge do Carmo Lopes.
Em nova audiência do julgamento relativo à providência, através da qual o requerente pretende a anulação das deliberações tomadas na Assembleia Geral de 28 de Setembro tendente à aprovação do novo estádio, Teresa Claudino, directora financeira dos encarnados e uma das testemunhas arroladas pelo clube da Luz, explicou que os 134 milhões de euros contemplam cinco milhões de euros (um milhão de contos) como "almofada", antevendo um eventual acréscimo de custos.
Segundo a responsável benfiquista, o Sindicato Bancário liderado pelo BES comparticipará em 45 milhões de euros (nove milhões de contos), num empréstimo que tem por base uma taxa bonificada de três por cento.
Refira-se que, nesta fase, os encarnados ainda não formalizaram qualquer contrato. Quer com a Somague quer com a Câmara Municipal de Lisboa. De resto, os responsáveis do clube da Luz esperam que o julgamento conheça uma sentença o mais rapidamente possível. "O SLB está desesperadamente à espera de uma decisão deste Tribunal para estabelecer contratos cuja inviabilização provocará danos de milhões por causa desta providência", afirmou João Correia, advogado dos encarnados neste processo.
Mas ainda não foi ontem que a sentença foi proferida. Durante mais de quatro horas, a juíza ouviu a última testemunha arrolada pela acusação, bem como as testemunhas do Benfica (Ana Isabel Silva, funcionária da secretaria-geral, Teresa Claudino, directora financeira, e João Salgado, secretário-geral). Após a audição, a juíza requereu a entrega, num prazo de 48 horas, do estudo de viabilidade financeira elaborado pelo BES e decidiu suspender a audiência.
No dia 14 , pelas 10 horas, realizar-se-á nova sessão, desta vez para as alegações finais. Todavia, esta audiência poderá ser adiada para o dia 25 (15 horas), caso o Benfica não consiga entregar em tempo útil um outro documento, solicitado à CML, e respeitante a um eventual investimento de 10 milhões de euros da edilidade lisboeta.
Benfica pensa pagar em 17 anos
Os responsáveis do Benfica tencionam liquidar os custos inerentes à construção do novo Estádio da Luz num prazo de 17 anos, estimando, assim, que em 2019 o novo recinto esteja completamente pago.
De resto, segundo a directora financeira, Teresa Claudino, a construção do novo estádio não deverá ser vista como um encargo mas como uma contribuição para desanuviar a situação financeira.
"Previsivelmente, a construção do novo estádio ainda trará benefícios e a situação ficará melhor", afirmou no decorrer da audiência de ontem, sustentando: "O novo estádio diversifica e alarga as fontes de receita. E, se por força desta providência cautelar, não for construído, inviabilizará as receitas do Euro 2004."
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