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Com a derrota frente ao Sevilha, são já oito as finais europeias que as águias desperdiçaram. Ora por culpa própria, ora por mérito do adversário, o Benfica já experimentou um pouco de tudo nos jogos decisivos desde a década de 60 até aos dias de hoje.
Desde jogos em que foi surpreendido por adversários mais modestos, até às lesões e frangos de guarda-redes, a maldição de Béla Guttmann foi ganhando forma e a verdade é que já lá vão 52 anos desde a última conquista europeias das águias. Curiosamente, esta última fica marcada pela grande exibição de um português – Beto, guarda-redes do Sevilha – que parou as grandes penalidades de Cardozo e Rodrigo. Mas há outros episódios tão caricatos como traumáticos.
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Mea culpa
Em 1962/63, um Benfica bicampeão europeu preparava-se para a sua terceira final consecutiva frente ao, na altura modesto Milan. Tudo fazia prever uma vitória fácil da equipa portuguesa contra uma formação jovem e em formação. O jogo decisivo até começou bem para os encarnados, que chegaram à vantagem aos 18 minutos com um golo de Eusébio. Mas a verdade é que o Benfica tirou o pé do acelerador e relaxou, deixando que os italianos crescessem e chegassem mesmo à reviravolta. Eusébio retrataria-se mais tarde em nome do grupo: "Entrámos demasiado confiantes".
Duas épocas mais tarde, nova final da Taça dos Campeões Europeus, desta vez frente ao Inter. Com o terreno em mau estado face ao temporal antes da partida e com o encontro a decorrer em casa dos italianos, acabou por ser o guarda-redes do Benfica a oferecer o único golo da partida ao adversário. Jair rematou fraco ao entrar na área, mas Costa Pereira deixou escapar a bola por baixo das pernas. O guardião ainda havia de lesionar-se, tendo Germano de calçar as luvas e ocupar a baliza durante mais de meia hora.
Descontrolo nos momentos cruciais
Em 1967/68, o adversário foi o Manchester United de Bobby Charlton, precisamente o autor do primeiro golo. Jaime Graça empatou e Eusébio falhou a última oportunidade antes do prolongamento. No reinício, o Benfica sofreu três golos em seis minutos, acabando goleado por 4-1.
Duas décadas mais tarde, um novo empate ditou que fossem as grandes penalidades a decidir o vencedor do jogo com o PSV. Hajry, Elzo, Dito, Pacheco e Mozer completaram com êxito os primeiros cinco disparos. Janssen fez o 6-5 para os holandeses e Veloso, um dos melhores em campo durante a partida, permitiu a defesa a Van Breukelen. Ele que, segundo Toni, "não falhou um único penálti no treino do dia anterior".
Relógio cruel
Na temporada passada, o maior inimigo da águia foi o cronómetro. Três dias depois de praticamente perder o campeonato no Dragão aos 90'+2, o Benfica defrontou o Chelsea em Amesterdão na final da Liga Europa. Torres marcou contra a corrente do jogo mas Cardozo empatou de penálti. Quando já se previa prolongamento entre ingleses e portugueses, Ivanovic aproveitou um pontapé de canto para garantir a taça, ao 93.º minuto da partida.
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