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Brasileiro reforçou o Benfica como jogador livre, terminado o contrato com o Valencia
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A auditoria forense detetou irregularidades na celebração e renovação do contrato de trabalho que vinculou Jonas ao Benfica. Desde logo no facto de as empresas que estiveram por detrás dos contratos terem ligação a familiares do brasileiro. A Empreseprev tem como sócios um dos irmãos e a mãe de Jonas e ainda como agente outro irmão do futebolista; a Golfamily envolve para além dos dois irmãos o pai do avançado.
"Esta situação não se encontra em concordância com o artigo 12º do Regulamento de Intermediários da FPF", alerta a E&Y. Assim, e feitas as contas, os familiares beneficiaram de 6 milhões de euros em comissão - desde o primeiro ao terceiro e último contrato estabelecido com os encarnados.
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Todavia, no primeiro vínculo estabelecido com o Benfica, também o agente Hugo Martorell esteve envolvido, com uma comissão de 300 mil euros. "Note-se que não nos foi fundamentado o motivo da existência de dois contratos de representação, com dois agentes diferentes, para a celebração desse mesmo contrato", pode ler-se ainda no relatório. Recorde-se que Jonas reforçou o clube da Luz como jogador livre, após ter terminado contrato com o Valencia.
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