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Está quebrada a maldição! Cinquenta e dois anos depois, o Benfica voltou a conquistar uma competição europeia, no caso a Liga Europa, troféu que ainda não constava das suas vitrinas. “Sem mim o Benfica não voltará a ser campeão europeu nem daqui a 100 anos”. Esta foi a famosa expressão de Béla Guttmann, técnico que guiou os encarnados a duas Taças dos Campeões consecutivas em 1961 e 1962 e que após a saída do clube lançou este feitiço – embora haja dúvidas sobre o verdadeiro teor das declarações e se a mesma envolveria somente dois títulos europeus seguidos e, inclusive, se Guttmann também se referia a outras provas continentais.
Seja como for, o certo é que o Benfica voltou a reinar (ainda que em parte) na Europa, graças à conquista do seu terceiro título no Velho Continente. E tudo num ano em que o húngaro, falecido em 1981, viu ser-lhe erguida uma estátua em pleno Estádio da Luz, como que tentando compensar o antigo técnico e fazer-lhe repensar a eficácia da sua maldição. N
o entanto, o facto mais significativo terá sido a morte de Eusébio e Mário Coluna, nos dois primeiros meses de 2014. O Pantera Negra e o Monstro Sagrado foram fundamentais para que o Benfica tivesse sido bicampeão europeu e acabaram por partir sem ver os encarnados a levantar novamente um troféu europeu. Dois adeus que, aliás, marcaram (e marcarão) para sempre esta temporada do Benfica e mesmo a sua história. Quis então o destino que, na mesma época em que as duas maiores figuras do clube se juntaram a Guttmann que a maldição caísse por terra.
Nem com rezas…
Na condição de pessoa de fé, Eusébio fez questão de rezar junto da campa do antigo treinador em Viena, na véspera da final da Taça dos Campeões Europeus de 1990, diante do AC Milan. O “King” pediu junto ao túmulo de Guttmann que este colocasse um ponto final na maldição mas tudo se manteve, com nova derrota do Benfica numa final – na altura foi a sexta.
Num dos anos de maior tristeza junto das hostes encarnadas, pelo adeus a dois ídolos, o Benfica celebra simultaneamente uma das temporadas mais felizes da sua história. Aliás, nem mesmo as fantásticas equipas do Benfica da década de 60 e início da de 70 lograram três títulos numa só temporada.
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