Mourinho à Sport TV
Importância de perceber a mística deste jogo
"Para a minha geração... Nasci em 1963, o Benfica foi campeão europeu nessa década, o Ajax ganha 3 taças europeias nos inícios de 70. Estes miúdos não eram nascidos. Até o Simão, que é um ex-jogador jovem, diz 'estes gajos não sabem quem fui'. Eles estão um bocadinho fora dessa história. Outra coisa é o carisma, mística, a história do clube do qual eles envergam a camisola, o conhecimento da paixão dos adeptos, da história do Benfica, o lema que eles gritam no balneário 'E Pluribis Unum' têm de saber o que isso significa na profundidade do que é ser jogador do Benfica. Têm de ter essa responsabilidade. Há jogadores que nascem com o ADN para jogar em equipas grandes com este tipo de exigências, há outros que não nascem assim e que precisam de crescer. Outros nem chegam a crescer."
Pavlidis:
"O Pavlidis é importante pelas suas próprias características. Sabe baixar, sabe conectar, principalmente agora que nem extremos velozes temos. Não somos uma equipa de transições diretas, precisamos de um jogo mais associativo. Perguntaram-lhe se jogar bem era marcar golos. Mesmo não fazendo golos, ele é muito importante."
Novidades no onze?
"Não diria novidades. Não é muito difícil chegarem à conclusão do que vamos fazer ao nível das escolhas. Na dinâmica do jogo, vamos tentar ser um bocadinho diferentes. Faltam coisas que não podemos tentar repeti-las porque nem temos os mesmos intervenientes."

