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Foram vários os lances no jogo com o Estoril que deixaram o treinador do Benfica irritado
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Esbracejou, gritou para dentro do relvado e até as garrafas de água sofreram nas suas mãos. Roger Schmidt não foi só aquele homem pacato de mãos nos bolsos junto ao relvado, como de resto tem vindo a habituar os portugueses. Foram vários os lances que deixaram o alemão irritado e, por muito que tenha respirado de alívio com o golo de Neres, só mesmo o apito final lhe serviu de calmante. Aos microfones da sala de imprensa do António Coimbra da Mota, foi claro. "Podíamos ter facilitado a nossa vida. Tivemos várias oportunidades na primeira parte, mas não fomos eficazes e chegámos empatados ao intervalo. Acaba por ser uma situação perigosa, mas a equipa mostrou boa mentalidade, fomos pacientes e marcámos", afirmou.
Apesar da paciência dentro das quatro linhas, a missão de controlar os nervos no banco não foi fácil para Schmidt. Uma perda de bola de Florentino ainda na primeira parte, um cruzamento de João Mário sem resposta à entrada da área já no segundo tempo e um ou outro remate sem nexo foram alguns momentos que fizeram com que o treinador, de 55 anos, levasse as mãos à cara e atirasse garrafas de água ao chão. O golo de Neres ainda motivou festejos, de punho cerrado, mas o resto da partida revelou-se de sofrimento. O resultado, contudo, deixou sorrisos. "Defendemos muito bem, fomos disciplinados e o adversário quase não teve chances de marcar. Portanto, estamos felizes por ganhar", disse ainda Schmidt. Na ‘flash’, o técnico havia comentado a expulsão: "Claro que é mais fácil jogar contra 10 do que contra 11, mas havia 0-0. Tivemos de agir contra o contra-ataque".
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