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Carlos Toro pensa enviar um ofício para o Benfica e diz que o defesa poderá depor por telefone. O jogador revelou anteriormente que os advogados do empresário descobriram-lhe uma avó italiana
CARLOS Toro, presidente da comissão que está a investigar o escândalo dos passaportes falsos dos jogadores chilenos, referiu quarta-feira que o benfiquista Alejandro Escalona vai ter de explicar a razão de possuir documentos italianos que lhe permitem actuar como jogador comunitário.
Tal como o lateral-esquerdo, também Cristián Uribe, que se transferiu dos encarnados para o Huachipato, será chamado a depor. Ambos os jogadores são representados pelo empresário Pablo Tallarico, o mesmo de Pablo Contreras, a actuar no AS Monaco, que cumpre uma pena de quatro meses de suspensão imposta pela federação francesa e está a ser ouvido pelos tribunais daquele país.
Curiosamente, Escalona, Uribe e Contreras são os únicos jogadores chilenos que obtiveram o respectivo passaporte italiano em Roma.
”Queremos saber em que condições ele obteve o passaporte italiano. A FIFA pretende que investiguemos e nós vamos proceder ao levantamento de todos os casos. Em relação ao Escalona, estou a pensar enviar um ofício para o Benfica. Talvez possamos falar pelo telefone, evitando que ele tenha de viajar para o Chile”, referiu Carlos Toro.
Recorde-se que Escalona já se pronunciou anteriormente sobre o assunto. O defesa revelou que os advogados de Tallarico descobriram a existência de uma avó italiana. Quarta-feira, Uribe garantiu, por seu turno, ao jornal ”La Tercera”, que este caso não o preocupa. ”Não há problema comigo”, disse.
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