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Os embates entre Benfica e Sporting são daqueles jogos que qualquer futebolista não quer perder. Mas, para Rui Costa, o desafio de domingo, embora esvaziado de importância na luta pelo título, tem significado especial. O Maestro, que já admitiu estar em final de carreira, pode despedir-se do dérbi com uma estreia no novo Alvalade.
Quando a actual casa do Sporting foi inaugurada (Agosto de 2003), Rui Costa representava o AC Milan. No ano seguinte, o Maestro teve oportunidade para alinhar no palco leonino, nos triunfos da Selecção frente à Espanha e Holanda, do Euro’2004, mas Scolari não o utilizou nos dois jogos de Alvalade.
Na campanha, aliás, Rui Costa foi titular no encontro de abertura, no Dragão, diante da Grécia e, depois, só jogou na Luz, como suplente utilizado, frente à Rússia, Inglaterra e Grécia, na final, que assinalou a sua despedida da equipa das quinas.
Maldita rotura
O 10 regressou ao Benfica no Verão de 2006 e em Dezembro os encarnados visitaram o arqui-rival. Mas a rotura muscular que sofrera dois meses antes afastou-o da última vitória (2-0) das águias frente aos leões – nos dois dérbis seguintes, ambos na Luz, registaram-se empates.
Agora, quase 14 anos depois de ter actuado nos 6-3 e mais de seis após ter ajudado a eliminar o Sporting da Taça UEFA, então no AC Milan, o médio pode ter a última oportunidade de actuar no reduto sportinguista.
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