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Tote salienta que "todos no futebol já ouviram barbaridades e nada acontece"
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As reações do mundo do futebol aos incidentes ocorridos no Benfica-Real Madrid não param de surgir e agora é Tote, antigo avançado que representou os dois clubes, a comentar o episódio do alegado insulto racista de Prestianni a Vinícius Jr. "Não me parece que o Vinícius seja o coitadinho deste filme. Condeno os insultos, mas parece-me demasiada confusão para o que aconteceu", afirmou em declarações ao programa 'Despierta San Francisco' da Radio Marca.
O antigo avançado, de 47 anos, esteve na Luz por empréstimo dos merengues em 1999/2000, tendo disputado 11 jogos e marcado 3 golos sob o comando técnico do alemão Jupp Heynckes. "Deduzo que algo se passou, mas isto é tão velho como o futebol. Todos nós já ouvimos barbaridades e depois nada acontece. Não concordo com faltas de respeito, mas acho piada à catalogação desses atos, qual vem na primeira página e qual surge apenas na oitava. Já nos insultaram a todos, envolvendo as nossas mães e as nossas filhas", considerou.
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O espanhol lembrou ainda que o brasileiro do Real também tapa a boca para falar - aliás, voltou a fazê-lo em vários momentos na Luz - e que nem todos os jogadores são santos, discordando da hipótese de os mesmos abandonarem o relvado em resposta a insultos. "Não concordo. Há muita gente que percorre muitos quilómetros e que gasta muito dinheiro para ir ver um jogo. Não se pode sair do campo. É preciso jogar e mostrar o que valem, como ele fez com aquela golaço", frisou.
A finalizar, Tote sustentou que este tipo de comportamento é inerente ao futebol e que é obrigatório ter maturidade para lidar com ele. "Isto não se consegue mudar. O futebol é paixão pura e às vezes são ditas coisas que não se sentem. Tive colegas de cor em quase todas as equipas por onde passei ao longo da minha carreira e é preciso ter maturidade. Muitas vezes o adversário faz isso apenas para tirar um atleta do jogo, não por racismo", explicou.
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