Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Dezassete pessoas vão a julgamento, nomeadamente o presidente do Benfica
Seguir Autor:
Três juízes desembargadores, um empresário de futebol, o presidente do Benfica e um advogado estão entre os 17 acusados de crimes económico-financeiros no processo Operação Lex, quatro anos após o início do inquérito.
A investigação centrou-se na atividade desenvolvida por três juízes desembargadores do Tribunal da Relação de Lisboa - Rui Rangel, Fátima Galante e Luis Vaz das Neves - que, segundo a acusação, utilizaram as suas funções para obterem vantagens indevidas, para si ou para terceiros, que dissimularam.
Relacionadas
Enquanto decorria a investigação, o conselho Superior da Magistratura decidiu expulsar Rui Rangel da magistratura e colocar Fátima Galante em aposentação compulsiva, penas que ainda não transitaram em julgado.
Vaz das Neves jubilou-se em 2016 e foi substituído por Orlando Nascimento, que também já abandonou o cargo.
O Ministério Público requer que, caso Rui Rangel e Fátima Galante sejam condenados em julgamento, estes sejam também condenados a uma pena acessória de proibição do exercício da magistratura por cinco anos.
No âmbito do processo operação Lex, o MP decidiu extrair várias certidões "para serem investigados factos conexos com os arguidos neste processo e factos autónomos" e determinou o arquivamento, por insuficiência de indícios, relativamente ao ex-presidente da Federação Portuguesa de Futebol, João Rodrigues.
Os 17 arguidos acusados e os crimes que lhes são imputados no processo "Operação Lex" são os seguintes:
Rui Rangel, juiz: corrupção passiva para ato ilícito, abuso de poder, recebimento indevido de vantagem, usurpação de funções, fraude fiscal e falsificação de documento.
Fátima Galante, juíza: corrupção passiva para ato ilícito, abuso de poder, fraude fiscal e branqueamento de capitais.
Luís Vaz das Neves, ex-presidente do Tribunal da Relação de Lisboa: corrupção passiva para ato ilícito e abuso de poder.
Luis Filipe Vieira, presidente do Benfica: recebimento indevido de vantagem.
José Veiga, empresário: corrupção ativa para ato ilícito.
Octávio Correia, oficial de Justiça: corrupção passiva para ato ilícito, abuso de poder e fraude fiscal.
Elsa Correia, mulher de Octávio Correia: fraude fiscal.
Ruy Carrera Moura, empresário: corrupção ativa para ato ilícito.
Fernando Tavares, gestor e vice-presidente do SLB: recebimento indevido de vantagem.
José Santos Martins, advogado: corrupção passiva para ato ilícito, corrupção ativa para ato ilícito, abuso de poder, falsificação de documentos, fraude fiscal, branqueamento de capitais.
Bernardo Santos Martins, filho do advogado: fraude fiscal, branqueamento de capitais
Nuno Costa Ferreira: Fraude fiscal.
Rita Figueira, ex-namorada de Rui Rangel: Fraude fiscal
Albertino Vieira Figueira, pai de Rita Figueira: Fraude fiscal.
Bruna do Amaral, ex-namorada de Rui Rangel: abuso de poder, fraude fiscal.
Jorge Barroso, advogado de Luís Filipe Vieira: recebimento indevido de vantagem.
Óscar Juan Hernández: Falsificação de documentos.
Vitória nunca esteve em causa, mas o resultado só ganhou dimensão com a pontaria de Ivanovic
Especialistas Record Jorge Faustino e Marco Ferreira analisam a arbitragem de Iancu Vasilica
Leões triunfam por 3-0 e superiorizam-se aos encarnados pelo 8.º jogo seguido
Treinador do Benfica diz que teve "bate-boca" com o extremo e refere que deu resposta "um pouco mais violenta"
A entrevista foi moderada por Record mas conduzida pelo médio formado no Sporting
Antigo internacional colombiano estudou medicina dentária antes de ser jogador de futebol
Homem terá amealhado, ao longo de cinco anos, mais de 14 milhões de euros em receitas
Para assinalar os 52 anos do "dia inicial inteiro e limpo", Record desafiou Pacheco Pereira e Francisco Geraldes para uma conversa sobre liberdade, política e desporto antes e depois da Revolução