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"Ele é muito mais do que nós possamos dizer", referiu o antigo ministro da Juventude e Desporto, Joel Libombo...
Dirigentes do desporto de Moçambique evocaram a memória de Mário Coluna, o antigo capitão do Benfica e da seleção portuguesa de futebol, que esta terça-feira morreu em Maputo, considerando-o um dos símbolos do país.
"Mário Coluna foi sempre embaixador do desporto de Moçambique", disse o antigo ministro da Juventude e Desporto Joel Libombo, numa primeira reação aos jornalistas, logo após ser conhecida a morte do futebolista. Libombo destacou a parte "humana e patriótica" de Mário Coluna, que, em Moçambique, foi selecionador nacional e presidente da federação da modalidade. "Ele é muito mais do que nós possamos dizer", referiu o antigo ministro da Juventude e Desporto.
O biógrafo do "monstro sagrado", o jornalista Renato Caldeira, assinalou que Coluna "era um indivíduo com um cariz muito próprio, que teve vários dissabores ao longo da vida" e recordou uma "ovação de 10 minutos" num estádio açoriano durante um jogo Portugal-Moçambique. Idêntica memória foi escolhida por Feizal Sidat, atual presidente da Federação Moçambicana de Futebol, que recordou como "Platini e Blatter, quando viam Mário Coluna, logo se aproximavam dele, contando que o tinham visto jogar aqui e ali", durante a sua carreira.
"Este homem foi bastante humilde, nunca o vi insatisfeito. Vamos aprender muito com ele", disse Sidat, falando nos estúdios da TVM (Televisão de Moçambique) Hoje, horas antes da sua morte, o presidente moçambicano, Armando Guebuza, deslocou-se ao Instituto do Coração, onde o futebolista estava hospitalizado desde o último domingo.
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