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O juiz Ivo Rosa não vai ouvir todas as testemunhas indicadas pelo Benfica na abertura de instrução do caso E-Toupeira. O clube da Luz queria que o magistrado interrogasse 17 pessoas indicadas pela defesa da SAD benfiquista, uma das arguidas no caso, bem como o ex-assessor jurídico do clube Paulo Gonçalves. Ivo Rosa aceitou apenas ouvir quatro das testemunhas indicadas pelo clube encarnado.
Entre as testemunhas ouvidas pelo juiz do Tribunal Central de Instrução Criminal de Lisboa deve contar-se Luís Bernardo, director de comunicação do Benfica, avança o 'Expresso'.
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Ao que avança o semanário, o juiz de instrução terá argumentado que ouvir as 17 pessoas iria apenas fazer atrasar o processo. No entanto, o juiz aceitou ouvir outras três testemunhas extraordinárias do clube que não constavam do primeiro pedido.
O debate instrutório ficou marcado para o próximo dia 23 de novembro, no Tribunal Central de Instrução Criminal, em Lisboa.
O caso E-Toupeira tem como arguidos a Benfica SAD, um funcionário judicial que terá passado informações em segredo de justiça ao ex-assessor jurídico do clube Paulo Gonçalves, também ele arguido no caso, bem como Júlio Loureiro, outro funcionário do sistema judicial que terá auxiliado o Benfica em obter informação protegida pelo segredo de justiça.
A fase de instrução serve para que um juiz avalie se os indícios que fazem parte da acusação são suficientes para levar os acusados a julgamento.
Os arguidos no caso E-Toupeira são acusados de corrupção, abuso de poder, falsidade informática, violação do segredo de justiça, entre outros.
Autor: Sábado
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