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Antigo diretor de comunicação das águias aponta o dedo a Rui Costa e ao atual presidente da FPF
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João Gabriel, antigo diretor de comunicação do Benfica, recorreu esta quarta-feira às redes sociais para, numa longa publicação, arrasar a direção das águias e analisar a carta que o clube enviou à Liga Portugal, onde se queixa do "estado atual do futebol português". Pelo meio, o dirigente voltou a apontar o dedo a Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol.
Leia a mensagem de João Gabriel na íntegra:
"Das duas, uma: ou esta direção do SL Benfica padece, de forma crónica, de falta de bom senso, ou não há ninguém lá dentro que pense com seriedade e atempadamente sobre os temas verdadeiramente relevantes. Há, ainda, uma terceira hipótese — a pior de todas: quererem fazer de todos nós idiotas.
A nova direção da Liga é isso mesmo: nova. No entanto, na carta que o Benfica enviou hoje ao organismo, queixa-se do “estado atual do futebol português”. Ora, o atual estado do futebol nacional não é responsabilidade de Reinaldo Teixeira, que tomou posse há apenas três meses, mas sim de Pedro Proença, que liderou a Liga durante nove anos e oito meses — sublinhe-se bem esta janela temporal.
Ou seja, o Benfica queixa-se agora da incompetência de Pedro Proença, mas então por que razão o apoiou, de forma cega, para a presidência da FPF?
Escrevi isto há cerca de um ano:
“Posso resumir todas as críticas a Proença em cinco perguntas: O futebol português está mais competitivo? Os quadros competitivos foram reformulados? Estamos mais fortes na Europa? Temos mais público nos estádios? Estão os clubes portugueses financeiramente mais sustentáveis?
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Claramente que a resposta a todas é ‘não’!”
Na mesma carta, o Benfica pede agora a suspensão do processo de centralização dos direitos televisivos. Há muito que se sabia que os valores acenados por Proença eram utópicos, irrealizáveis, fantasiosos — existiam apenas na cabeça de quem passou dois anos em campanha para a FPF, ignorando por completo as reais necessidades da Liga. Infelizmente, o Benfica só agora parece ter acordado. Provavelmente, tarde demais. E, provavelmente, apenas porque há eleições em outubro.
Já agora, o Benfica devia também perguntar à Liga — desta vez sim, à nova direção — porque razão os cofres da instituição estão hoje tão deficitários. Também há um ano, deixei este alerta:
“O governo da Liga de Clubes, com Proença, tornou-se opaco, despesista, pedante. Surpreende, por isso, a passividade com que os clubes portugueses consentiram, ao longo destes anos, que as verbas da Liga fossem gastas de forma irresponsável. O último exemplo é a megalómana sede da Liga, inaugurada na passada semana. Proença fez a festa; a fatura será paga pelos clubes ao longo dos próximos 30 anos.”
O orçamento inicialmente apresentado por Proença para a megalómana sede do Porto era de 17 milhões de euros. As contas já vão em 26 milhões — um desvio superior a 50% (+ custo juros/ano 2,1 milhões). A nova direção da Liga terá agora de pagar (duramente) os devaneios e o ego de Pedro Proença. Ou seja, todos os clubes vão pagar esse despesismo.
A carta do Benfica devia, isso sim, ter sido endereçada à Federação Portuguesa de Futebol, com a seguinte nota:
“Ao anterior presidente da Liga, responsável pelo estado atual do futebol português e pelas falsas promessas relativas à centralização dos direitos televisivos.”
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