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21 março

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Joaquim Evangelista não toma partido no caso de Prestianni mas vinca: «Há linhas que não podem ser ultrapassadas»

Presidente do Sindicato dos Jogadores referiu ainda que condena qualquer ato de racismo

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Polémica estalou no último Benfica-Real Madrid, no Estádio da Luz
Joaquim Evangelista não tomou partidos no caso de Prestianni
Polémica estalou no último Benfica-Real Madrid, no Estádio da Luz
Joaquim Evangelista não tomou partidos no caso de Prestianni
Polémica estalou no último Benfica-Real Madrid, no Estádio da Luz
Joaquim Evangelista não tomou partidos no caso de Prestianni

O presidente do Sindicato dos Jogadores, Joaquim Evangelista, abordou esta quarta-feira o episódio entre Prestianni e Vinicius Júnior, na partida entre o Benfica e o Real Madrid  (0-1) para a Liga dos Campeões, e explicou que teve o cuidado de não tomar partidos, reiterando, no entanto, tolerância zero a qualquer ato de racismo.

“Atendendo que estavam em causa dois jogadores, tive o cuidado de olhar para as evidências e respeitar o Vini naquilo que são as manifestações pessoais de golo e da sua liberdade de expressão, mas também de respeitar a presunção de inocência do Prestianni. E a verdade é que ainda estamos à espera das conclusões”, começou por dizer aos jornalistas, à margem da apresentação do projeto Golo – “Futebol pela Comunidade”, explicando que optou por não falar com nenhum interveniente desse caso: “Há momentos para falar e outros para escutar.” 

Joaquim Evangelista frisou, no entanto, que mantém tolerância zero para atos de racismo quer seja para com jogador, árbitro, treinador ou dirigente. “Há linhas vermelhas que não podem ser ultrapassadas e tem que haver uma punição grave. Mas isso não significa que enquanto presidente do sindicato, não esteja ao lado dos jogadores para os apoiar naquele momento e já tivemos caso desses em que criticámos na mesma o fenómeno”, vincou, referindo que o Sindicato “contribui todos os dias para afastar” casos de racismo. 

Relativamente à nova lei que pretende proibir os jogadores de falar com a boca tapada, o presidente do Sindicato dos Jogadores não acredita que seja a solução ideal para resolver este problema. “Continuo a achar que a educação é a prioridade. Junto dos jovens, das escolas, é através de exemplos que fazemos diferenças na sociedade.” 

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