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José Augusto destacou, este domingo, o profissionalismo e a humildade de Eusébio, mesmo depois de este se tornar uma "lenda no país" e uma "figura do futebol mundial", e considerou que Portugal lhe deve prestar uma grande homenagem.
José Augusto disse à agência Lusa ter recebido com "muita tristeza" a notícia da morte do "pantera negra", mas recorda a "vida cheia" que teve como jogador. "Cumpriu todos os cargos que tinha que cumprir. Teve uma carreira excecional e ímpar. Tornou-se uma lenda do nosso país e deu-lhe um nome intransponível", afirmou.
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José Augusto recorda o episódio da chegada de Eusébio à Luz, com 17 anos, tratando-o por "senhor": "tive que lhe dizer que ali não havia senhores, que éramos todos iguais, mas ele era humilde e essa humildade manteve-se durante toda a sua carreira, mesmo quando se tornou uma figura do futebol mundial".
O antigo colega de Eusébio considera que o país tem a obrigação de prestar uma grande homenagem a Eusébio e que este tem direito à consagração. "Morreu a um domingo o maior jogador de futebol de Portugal de todos os tempos e morreu no dia em que deu tantas glórias ao clube e aos portugueses", sublinhou.
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