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"Vinha à defesa, organizava, defendia e marcava, chegando a ser o melhor marcador do campeonato de Espanha"...
José Augusto considerou, esta segunda-feira, Alfredo Di Stéfano como o "melhor jogador de sempre", enaltecendo as qualidades desportivas e humanas do falecido presidente honorário do Real Madrid.
"Vi-o jogar inúmeras vezes antes de o defrontar a ponto de o considerar o melhor jogador de sempre do futebol, até esta data. Tinha todas as condições excelentes de grande jogador", resumiu o antigo jogador do Benfica.
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Em declarações à Lusa, José Augusto, que na terça-feira representará o Benfica nas exéquias fúnebres, fala de "excelentes memórias".
"A final [da Taça dos Campeões de 1962] com o Real Madrid é ele quem faz penalti sobre o Eusébio e no fim do jogo abraçaram-se e trocaram camisolas", refere.
José Augusto recorda um "jogador modelar", alguém que em campo "percorria todo o terreno": "vinha à defesa, organizava, defendia e marcava, chegando a ser o melhor marcador do campeonato de Espanha. Era o cérebro daquela equipa".
O antigo jogador referiu ainda as vezes que se encontraram em Madrid quando Carlos Queiroz treinou os "merengues", sintetizando as suas memórias de Di Stéfano como "um homem formidável".
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