Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Vice-presidente da SAD do Benfica mostrou alguma desilusão com a conferência do líder
José Eduardo Moniz abordou o momento do Benfica e, embora se mostre "solidário" com o presidente Luís Filipe Vieira, mostrou alguma desilusão com a conferência de imprensa que este concedeu na quinta-feira, para confirmar a continuidade de Rui Vitória à frente do Benfica.
"Há um conjunto de pessoas que gere o clube, de forma direta ou indireta. O presidente é o responsável pelo futebol e é a ele que compete tomar as decisões. Vimos uma conferência de imprensa dele, onde explicou como foi levado a levar aquela decisão. Já vi Luís Filipe Vieira a ser mais feliz noutras intervenções. Foi uma intervenção não tão feliz quanto outras. A pressão do momento também não o ajudou para isso", atirou o vice-presidente da SAD benfiquista no novo programa da TVI, ‘Entre Deus e o Diabo’.
Relacionadas
No papel de jornalista, Moniz confirmou que tanto ele como Nuno Gaioso Ribeiro não foram ouvidos no processo de decisão sobre a continuidade ou saída de Rui Vitória. "Pelo que vi na Comunicação Social, estiveram envolvidos neste processo o presidente, Domingos Soares de Oliveira e Rui Costa. Toda a gente também sabe que as questões do futebol no Benfica são tratadas pelo presidente, que é quem tem o pelouro do futebol e o gere da forma que entende."
Irá com a equipa para Rio Maior, mas começa o encontro no banco de suplentes
Jovem lesionou-se nos Sub-19
SAD abordou o extremo, mas só será assinado novo contrato se não for tansferido no verão
De volta ao onze, atinge marca esta noite
Lendário nome do futebol alemão, que também fez história em Itália, lamenta a trágica eliminação no apuramento para o Mundial
Jovem do Corinthians está a participar na competição em Portugal com um selecionado do Brasil
Técnico do Atlético Ottawa pediu um 'challenge', tentando reverter um penálti contra a sua equipa
Antigo jogador investigado por fuga aos impostos