Para poder usar esta funcionalidade deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site do Record, efectue o seu registo gratuito.
Encarnados vão recorrer da decisão e ponderam avançar para uma participação criminal
Seguir Autor:
José Gandarez, vice-presidente do Benfica, mostrou-se indignado pela decisão da Entidade Reguladora para a Comunicação Social, que não autorizou o projeto radiofónico. Em entrevista à BTV, o dirigente prometeu que os encarnados vão recorrer da decisão, além de ponderarem acerca de uma participação criminal.
"Estamos a ponderar e vamos recorrer desta decisão. Ponderar uma eventual participação criminal, pode estar aqui em causa ilícitos criminais e se assim for iremos atuar em conformidade. Este processo tem de ser escrutinado, convido todos, quer sejam jornalistas, quer a Assembleia da República, que tem o poder de fiscalização sobre a ERC, a consultar o processo. Entre hoje [quinta-feira] e amanhã [sexta-feira] vamos pedir audiências a todos os grupos parlamentares, onde iremos levar todo o dossiê para explicar aos deputados o que se passa para que isto não se repita com mais ninguém", salientou.
O vice-presidente das águias realçou que "esta deliberação gera em primeiro lugar uma onda de indignação porque não tem fundamentação legal e que deve envergonhar os juristas e as pessoas que a tomaram", disse, queixando-se que esta decisão parte de "uma atitude persecotória desde o início contra o projeto do Benfica."
Assim, o dirigente reforçou o sentimento dos responsáveis do clube. "Surpreendidos, indignados, por esta decisão inédita que revela ignorância jurídica de quem a tomou a deve envergonhar o próprio conselho regulador", salientou José Gandarez, acrescentando: "Antes da decisão a própria ERC consultou a Comissão Europeia para saber se era possível o Benfica ter uma rádio e mesmo aí foi-lhes dito que sim, que a lei não impedia os clubes de futebol de terem uma rádio. Segundo a ERC, a Batida FM, que é uma rádio de nicho, chegava a mais público do que a Benfica FM. Dá vontade de rir, mas a ERC disse isso."
Seja qual for o desfecho, o vice-presidente lamenta as consequências que já foram causadas ao Benfica. "Já ninguém nos tira o prejuízo de um ano sem receita, o prejuízo que este presidente da ERC e este Conselho Regulador querem continuar a causar ao Benfica ao não nos autorizarem a emitir em FM, mas não vai conseguir parar. O Benfica é muito mais forte, acredita no estado de direito democráticos, nos tribunais e que as pessoas todas têm de ser responsabilizadas", frisou.
De qualquer forma, o dirigente mantém o orgulho pelo projeto das águias e esclarece que o projeto iria ficar em pago entre 3 a 5 anos, caso a ERC tivesse tomado outra decisão. "Estamos orgulhosos do trabalho que temos vindo a fazer até hoje. Todos os dias temos recebido mensagens de satisfação e manifestação de apoio. Podem tentar atrasar-nos mas é um projeto que será imparável. Cada vez há mais benfiquistas a ouvir a Benfica FM, claro que se tivéssemos o FM seria um crescimento muito mais rápido e sustentável, era um projeto que se iria pagar em 3/5 anos. Isto dificulta-nos, se calhar por razões clubísticas, mas o Benfica sabe defender os seus direitos. É um projeto para continuar e vingar", sublinhou.
Encarnados vão recorrer da decisão e ponderam avançar para uma participação criminal
Encontro da 14.ª jornada terminou com pequeno incêndio numa bancada
Ex-dirigente dos encarnados considera que "decisão da ERC muda bastante o jogo"
Guarda-redes recordou golo na Liga dos Campeões, sem esquecer o empate do Benfica na mesma semana
Departamento clínico do Real Madrid continua sob fogo cerrado após a saga de Mbappé
Antigo colega de 'El Pibe' foi entrevistado no podcast de Rio Ferdinand
Extremo 'explode' nas redes sociais
Obra sobre as epopeias vikings impressa no século XVI