Médio turco garante que já falou com o técnico e que está tudo sanado
"Estamos muito felizes e agradecidos por eles estarem cá. Apoiam-nos em todo o lado, tal como nos jogos fora de casa no campeonato. O facto de toda a gente apoiar como se fosse uma religião para muitas pessoas em Portugal. É também muito agradável jogar em frente a estes adeptos. Espero que ainda consigam apoiar-me, a adorar-me [após o episódio com Bruno Lage]. A mim e a todos nós."
"Por vezes é difícil [nos entendermos]. Ele sabe. Acho que ele sabe inglês, mas sente-se mais à vontade com o espanhol. Sei algumas palavras [em espanhol] e também em português. Às vezes pensamos 'o que vamos fazer? tu ou eu?", confessa.
"Di María é uma grande lenda. Foi uma honra jogar com ele. Lembro-me de quando era miúdo assistir ao 'El Clasico', por exemplo, e gostei dele na altura e continuo a gostar. Também posso aprender muito com ele. Falamos uns com os outros sobre coisas do futebol. Como jogador e como pessoa é top. Fiquei muito feliz por jogar com ele."
"Procurei um pouco sobre quem poderiam ser os adversários mais à frente [na competição]. É bom. Temos chances."
"Bayern é um adversário muito forte, sabemos disso. Também somos um grande clube, por isso tudo é possível. Estamos no final da temporada. Talvez eles estejam mais cansados do que estavam durante a época. Tudo é possível neste torneio. Temos confiança e queremos terminar em primeiro [no grupo]."
"Na final da Taça tive um problema no joelho, o que me fez sofrer durante duas semanas. Joguei na seleção dois jogos. Estou bem. Não é problema. Posso jogar e estou pronto."
"Foi uma época longa. É muito difícil, tanto a nível físico como mentalmente, mas todos querem e gostam de jogar. Foi dia de folga. Todos estavam um pouco mais relaxados. Alguns foram para a rua, outros ficaram no hotel. Estamos ansiosos pelo jogo com o Bayern. É um jogo importante. Passar à fase seguinte é o mais importante."
"Sinto-me bem em campo. Devo dizer que as estatísticas são boas, mas não estamos satisfeitos porque não ganhámos o campeonato. Não é suficiente para um clube como o Benfica. Se jogas no Benfica, tens de ganhar tudo. Sinto-me assim. Temos de nos concentrar no que aí vem. Temos de jogar ainda melhor como equipa e ganhar troféus juntos."
"Não tenho problemas com o treinador. Estamos juntos numa época maravilhosa. Colocou-me a jogar e na minha posição. Temos uma boa relação. O que aconteceu só aconteceu ontem. Já falei com ele. Resolvemos tudo, não temos qualquer problema. Seguimos em frente, concentramo-nos no que está por vir."
"Todos querem jogar 90 minutos. Talvez não devesse mostrá-lo. Tenho um temperamento turco, foi difícil segurá-lo sozinho. Aconteceu. Temos de esquecer isto, não é bom ficar nesta situação. Temos de olhar para a frente e concentrar-nos no próximo jogo."
"Isto foi apenas uma situação. A minha reação não é por me achar superior a nada ou porque não importa o clube, especialmente o Benfica. O clube é sempre maior do que o jogador. Perdi o controlo, mas agora, no dia seguinte, falámos um com o outro [Kökçü e Bruno Lage] sobre o que eu estava a pensar naquele momento, os meus sentimentos e os sentimentos dele. Entendemo-nos. Estamos bem e preparados para o que aí vem. Não precisamos de exagerar demasiado toda a situação. Há muitas coisas que foram ditas sobre isto. Para mim, e creio que também para os treinadores, o mais importante é olhar em frente e esquecermos o que se passou. Só podemos olhar para o futuro. Queremos grandes coisas para o clube. Temos de nos manter unidos e seguir em frente."
A DAZN apresentou esta primeira resposta como teaser da entrevista e irá divulgar o restante dentro de momentos. Assim que o fizer, traremos todas as palavras do médio turco.
A DAZN apresentou esta primeira resposta como teaser da entrevista e irá divulgar o restante dentro de momentos. Assim que o fizer, traremos todas as palavras do médio turco.
"Em primeiro lugar, o que se passou ontem não foi bonito para o nosso clube, adeptos e não é para a equipa. Não é agradável ver coisas assim. Como jogador, sou uma pessoa que gosta de ganhar. Tenho uma mentalidade vencedora e quero fazer o melhor pela equipa. Nesse momento, pensei que podia ajudar ainda mais a equipa. Mas, no final, foi o treinador que tomou a decisão. Como jogador, tenho de respeitar a escolha. Também o disse muitas vezes nos meios de comunicação turcos, não nos holandeses ou portugueses, mas quando estou em campo, por vezes perco o controlo e acontecem coisas como esta. Não estou a pensar que sou o único que já passou por isto. Muitos jogadores já passaram por isto. É normal que o futebol tenha estas coisas. Não é bonito, não é o que queremos mostrar como Benfica."
Um dia depois do jogo com o Auckland City, Orkun Kökçü fala esta noite à DAZN sobre o desentendimento com Bruno Lage aquando da sua substituição. Siga tudo em direto.
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