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Brasileiro é o mais recente caçador de dragões...
As últimas três vitórias do Benfica no campeonato em casa do FC Porto ficam inegavelmente marcadas pelo bis de um dos avançados do plantel. César Brito iniciou a lenda na época 1990/91, Nuno Gomes deu-lhe continuidade em 2005/06 e no domingo Lima inscreveu o seu nome nesta lista tão restrita. Record fez falou com os dois antigos avançados e a opinião é unânime: Lima merece o trono pela qualidade demonstrada desde que assinou pelos encarnados.
“Dos avançados esperam-se sempre golos, e o Lima não estava feliz no capítulo da finalização. Mas mesmo quando não marca é um jogador que trabalha muito para a equipa. Pelos espaços que abre, pela pressão que faz, pelo desgaste que produz nas defesas contrárias. E às vezes isso não é reconhecido. E por isso fico muito feliz por ele. Tenho a certeza que estes golos vão trazer-lhe mais calma e serenidade. E merece este felicidade”, vinca o assessor para a área internacional do Benfica, Nuno Gomes.
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Já César Brito apelida Lima de “craque” e enaltece a opção de Jorge Jesus em ter lançado o camisola 11 de início, em detrimento de Jonas, no duelo com os azuis e brancos. “É um goleador e o jogador acertado para um jogo deste tipo. Movimenta-se bem na área mas também pode jogar mais fixo. E quando está com moral é um jogador extraordinário”, aponta o antigo avançado, que considera que o brasileiro pode ser um dos principais “reforços” dos encarnados na segunda metade da temporada.
Memórias
César Brito lembra com grande carinho o dia 28 de abril de 1991, quando no antigo Estádio das Antas desfeiteou Vítor Baia aos 81 e aos 85 minutos e colocou os encarnados na rampa do título nacional. “São os dois golos mais importantes da minha carreira. Ainda guardo as botas e a camisola desse jogo.”
A festa de Nuno Gomes, no dia 15 de outubro de 2005, acabou por não ter continuidade no final da temporada. Os encarnados venceram mas em maio foi o FCPorto que fez a festa de campeão nacional. “Claro que quando vi o Lima marcar dois golos, lembrei-me desse jogo. É uma daquelas noites que não se esquecem. É um feito difícil de conseguir, até porque o FCPorto não sofre muitos golos em casa. Mas é importante que se mantenham os pés no chão, porque ninguém é campeão em dezembro. Faltam muitas jornadas, há muitos pontos para disputar e o título ainda não está entregue”, lembra o antigo capitão da águia.
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