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Consultor médico do Benfica defendeu o interesse da informação confidencial, mas não conseguiu quantificar valor que a fuga dos emails representou para os encarnados
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O médico Luís Horta revelou ao tribunal que recebe uma avença de 1100 euros mensais para ser consultor clínico dos encarnados na coordenação do departamento de antidopagem e não conseguiu "quantificar o valor dos dados que foram divulgados", mas lembrou que "o segredo é a alma do negócio do futebol profissional" para justificar alguns dos argumentos que defendeu no seu testemunho.
"Conhecer o teor dos relatórios de cirurgia pode influenciar os valores em discussão da venda de um jogador, como também pode haver relatórios médicos de casos de dopagem por questões tão naturais, dependendo do problema de saúde de cada jogador, como o excesso de suplementos vitamínicos. Esta informação é confidencial e o contexto é fundamental", explicou Luís Horta
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