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Maximiliano Pullaro quer dar condições de segurança ao extremo do Benfica
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Já integrado na preparação da seleção argentina que vai disputar a Copa América, Ángel Di María decidirá o seu futuro depois daquela prova. O Rosario Central há muito que sonha com o regresso do extremo, que está em final de contrato com o Benfica, e o governador da província de Santa Fé fez uma promessa a Di María e todos os jogadores que pretendam voltar.
"Seria bom que Di María viesse jogar num clube da cidade. Para o governo, seria importante", vincou Maximiliano Pullaro, à Cadena 3. Mesmo que não seja possível prever atos de violência, como lembrou, deixou claro: "Enquanto for governador, não haverá impunidade."
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Pullaro recordou que os autores das ameação ao extremo do Benfica e à família deste têm sido apanhados . "Isto é porque algo mudou", observou, assegurando: "O melhor que temos a fazer é não falar disto. Queremos dar condições de segurança a ele, a Messi ou a quem quiser voltar."
Depois de uma carta com ameaça dirigida aos pais de Fideo, em março, as negociações para o regresso ao Rosario Central foram retomadas. Os canalhas colocaram em cima da mesa um contrato de um ano, com possibilidade de rescindir ao fim de seis meses, para rumar ao Inter Miami, onde se juntaria a Messi.
Mas a vandalização do mural do El Torito, primeiro clube do extremo, e disparos numa bomba de gasolina onde foi deixado um bilhete ("os rosarinos estão à tua espera, Di María", lia-se), voltaram a colocar em perigo a operação.
Di María, de 36 anos, está em final de contrato com o Benfica e prepara-se para dizer adeus à seleção campeã do Mundo, participando na Copa América.
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