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A rápida ascensão de Talisca não surpreende Newton Mota, antigo responsável pela formação do Bahia que descobriu o craque aos 14 anos, no modesto Astro, um clube situado nos arredores de Salvador. Atualmente, o ex-dirigente até arrisca que no Mundial de 2018 o escrete já vai contar com o avançado.
“O Talisca em quatro anos estará na seleção A, estou certo disso”, defendeu Newton Mota, fazendo questão de explicar o otimismo: “Aos 20 anos já está na seleção olímpica e a jogar num dos maiores clubes da Europa. Em 2018 terá mais quatro anos de experiência e já vai estar preparado para as exigências do escrete. Para mim será um orgulho, pois seria o quarto jogador descoberto por mim a defender as cores do Brasil depois do Vampeta, do Dida e do Júnior.”
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Newton Mota frisou que “futebol é o momento”, mas não tem dúvidas em assegurar a afirmação de Talisca como uma das grandes promessas do futebol mundial. “Há muitos anos que ele representa as camadas jovens e está preparado a lidar com esta exigência. Pelo que sei no Benfica, ele agora joga como segundo avançado e os segredos dessa posição foram-lhe ensinados por nós, no Bahia”, acrescentou o engenheiro civil, que optou por formar jogadores em vez de construir edifícios.
Apesar de reconhecer que o jovem tem potencial para brilhar no ataque, Newton Mota admite que a posição ainda é estranha para o camisola 30 da Luz. “Fez toda a formação como médio-centro. Só começou a jogar no ataque já nos seniores, quando o Marquinhos treinou o Bahia”, frisou.
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