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Candidato às eleições do Benfica critica nova data do sufrágio
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João Noronha Lopes concedeu uma entrevista à CMTV e foi questionado acerca de uma alegada aliança entre Luís Filipe Vieira e Frederico Varandas. O candidato às eleições do Benfica garante que, se for eleito presidente, nunca fará qualquer aliança.
"Não sei se existe alguma aliança. O que lhe digo é que, quando for presidente do Benfica, o Benfica não terá de fazer alianças com nenhum clube. O Benfica é o maior clube português, tem de se preocupar com ele próprio, com a sua grandeza e as suas vitórias. Portanto, não fará alianças com nenhum clube", assegurou, no programa ‘Liga D’Ouro’.
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Noronha Lopes deixou também críticas à Mesa da Assembleia Geral do Benfica e a Luís Filipe Vieira pela forma como tem sido gerido o processo eleitoral no clube.
"Quando fomos convocados para a reunião de hoje à tarde, para alegadamente discutir a nova data para as eleições, fomos confrontados com uma decisão já tomada. Esta reunião não serviu para nada. Isto revela o culminar de uma série de ações que têm sido levadas a cabo neste processo eleitoral e não honram os pergaminhos do Benfica. Já antes tivemos reuniões recusadas pelo presidente da AG. Não tivemos acesso aos cadernos eleitorais e tivemos inclusivamente uma declaração do presidente do clube, que foi ele próprio, usurpando as funções do presidente da Mesa da AG, a anunciar aos sócios onde é que eram os locais de voto. Tudo isto reflecte uma cultura instalada no nosso clube. A cultura de um homem que se acha o dono do clube e que se acha acima dos sócios. Alguém que instrumentaliza a BTV, que não permite que a BTV cubra as acções eleitorais dos outros candidatos. Alguém que tem medo de debater com os outros candidatos. Alguém que vai às casas do Benfica e se recusa a responder às questões dos sócios. E alguém que chega a dizer que estas eleições do Benfica não servem para designar o seu sucessor. Vieira chegou a dizer que estas eleições não são umas eleições quaisquer que devem designar o seu sucessor. O Benfica não é uma monarquia, é uma democracia. Já era o maior clube democrático português antes da democracia existir. Estamos fartos de artimanhas, de truques e é exactamente por isso que me candidato. Para acabar com isto e devolver ao Benfica a sua grandeza, o seu espírito democrático, que sempre teve. E se acham que, com esta manobra, vão desmobilizar os que se opõem a Vieira estão enganados. O tiro saiu pela culatra. Dia 28 lá estaremos todos para votar e transformar o Benfica num clube democrático e ético", afirmou.
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