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18:00

02 maio

Benfica

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O charme espanhol soltou o cinto de Liga(s)

O charme espanhol soltou o cinto de Liga(s)
O charme espanhol soltou o cinto de Liga(s)

O melhor do Benfica: Rodrigo (nota 4)
R7 A0 FS2 FC1

A desilusão de Nuno Espírito Santo no momento do golo do camisola 19, aos 41’, revela a importância que aquele lance teve na história do jogo. O avançado, que instantes antes tinha visto Ventura negar-lhe a festa, impôs a sua lei na jogada seguinte e acabou com as cerimónias com que que Benfica tentava seduzir a Taça da Liga. Um momento que impediu o Rio Ave de chegar ao intervalo com o jogo empatado e que deixou o Benfica mais seguro para gerir a 2.ª parte. Mas o avançado espanhol não se ficou por aí, aos 62’ e 83’ deixou Gaitán e Lima, respetivamente, na cara do golo, mas ambos revelaram uma timidez na “relação” com o golo que contrastou com a confiança do camisola 19.

Oblak (4)
D2 CI2 FS1 FC0

Ao contrário do que se podia pensar, acabou por ser uma unidade determinante na primeira final conquistada pelo Benfica esta temporada. O guardião esloveno realizou duas defesas magistrais, impedindo que Pedro Santos (5’) e Ukra (42’) chegassem ao golo. Muito seguro a sair dos postes, passou sempre muita confiança aos companheiros.

Maxi Pereira (3)
R0 A0 FS0 FC1

Não sabe jogar em baixa intensidade, seja na final da Taça da Liga, na Champions ou num jogo particular. Coloca todas as “armas” no terreno de jogo e ontem voltou a fazê-lo. Sentiu dificuldades com Ukra, mas nunca se deu por vencido e sempre que podia espreitou o ataque. Num desses lances (62’) roubou uma bola ao mesmo Ukra e iniciou jogada que Gaitán não soube aproveitar.

Luisão (3)
R2 A0 FS0 FC2

Não foi dos jogos mais fantásticos que já realizou esta época, cometeu até alguns erros pouco usuais na sua forma de jogar, como aos 8’, quando deixou Rúben Ribeiro escapar-se em direção à baliza, contudo, inscreveu o seu nome em mais uma conquista do Benfica, fazendo o 2-0 com um cabeceamento onde aproveitou o deslize de Ventura. Antes (10’) já tinha obrigado o guardião do Rio Ave a brilhar. Um capitão diz sempre presente.

Garay (3)
R0 A0 FS0 FC2

Sem acusar qualquer tipo de problema relacionado com a lesão de Turim, mostrou toda a sua qualidade com dois cortes soberbos, já dentro da área encarnada: aos 15’ recuperou um lance com Rúben Ribeiro e aos 21’ desviou cruzamento de Ukra que deixaria Hassan isolado frente a Oblak. Dois momentos de eleição, numa noite tranquila.

Siqueira (4)
R1 A0 FS0 FC1

O atrevimento inicial de Pedro Santos deixou-o com cara de poucos amigos, mas assim que acertou com a marcação ao extremo, disparou para uma exibição de alta voltagem. Impressionante a arrancada aos 40’,, culminada com assistência que Rodrigo não soube aproveitar. Aos 83’ voltou a “destruir” o lado direito da defesa do Rio Ave, num lance que podia ter dado o terceiro golo ao Benfica.

Ruben Amorim (2)
R1 A1 FS0 FC3

Exibição discreta. O bloco baixo criado pelo Rio Ave não deu muita margem de manobra ao meio-campo encarnado e o internacional português desgastou-se fisicamente sem que essa generosidade fosse sempre compensada. Ainda assim, o 1-0 nasce de um desvio de cabeça do médio, que deixa Rodrigo solto na área.

Enzo Pérez (3)
R0 A1 FS3 FC2

O médio argentino é quem oferece equilíbrio a este Benfica e ontem voltou a demonstrá-lo. Ainda que com níveis de intensidade mais baixos do que o habitual, nunca se conformou com o espartilho criado pelo meio-campo do Rio Ave, procurou caminhos alternativos e num desses momentos (56’) deixou Lima isolado. Aos 78’ apontou o livre que deu o 2-0.

Markovic (2)
R1 A0 FS0 FC2

O sérvio está em dúvida para a final de Turim (o Benfica ainda vai recorrer da sanção da UEFA) e ontem também deu a sensação de também ter estado ausente na final de Leiria. O talento que costuma colocar ao serviço da equipa foi pouco eficaz, perdeu-se em lances individuais e raramente ganhou os duelos com Edimar.

Gaitán (2)
R2 A0 FS2 FC2

A qualidade técnica do internacional argentino é uma mais-valia que se nota sempre que toca na bola, mas a displicência revelada aos 62’, após uma assistência açucarada de Rodrigo, permitindo a defesa de Ventura, explica bem a forma intermitente como jogou esta final. Apontou o canto que está na origem do primeiro golo.

Lima (2)
R1 A0 FS4 FC1

Falhou o 3-0 aos 83’ num lance inacreditável, sobre o qual ainda deve estar a pensar como desperdiçou a assistência de Rodrigo. Aos 56’ já tinha surgido na cara de Ventura, mas o guarda-redes ganhou-lhe o duelo. Não era a noite do goleador brasileiro.

Salvio (2)
R0 A0 FS0 FC0

Entrou para o lugar do Gaitán para fazer descansar o compatriota que, ao contrário de si, é um trunfo de Jesus para a final de Turim. Toto não será arma para atingir o Sevilha, mas ontem conquistou mais um troféu de águia ao peito, com uma exibição sem grandes registos, mas sempre comprometida. No final, foi dos que mais festejou com o troféu.

André Almeida (1)
R0 A0 FS0 FC0

Rendeu Ruben Amorim aos 84’, numa medida que visou refrescar o meio-campo e poupar o camisola 6. Sem tempo para qualquer tipo de protagonismo, limitou-se a cumprir com o rigor que lhe terá sido pedido.

André Gomes (1)
R0 A0 FS0 FC0

A última aposta de Jorge Jesus, já nos derradeiros minutos, apenas a tempo de inscrever o seu nome na história desta final.

Legenda:R: remates; A: assistências; FS: faltas sofridas; FC: faltas cometidas; D: defesas; CI: cruzamentos intercetados

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