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Presidente das águias falou ainda das modalidades e garantiu que o foco será sempre vencer
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No fecho de uma Assembleia-Geral que se prolongou madrugada dentro, Rui Costa encerrou a reunião magna já para lá das duas da manhã, com um discurso no qual considerou que o que é preciso fazer no Benfica neste momento é uma mudança de mentalidade. O presidente das águias falou ainda das modalidades e garantiu que o foco é sempre o mesmo: vencer. O tema Luis Filipe Vieira é que acabou por ficar fora do discurso de Rui Costa - vários sócios pediram a expulsão do antigo presidente durante a AG - mas, a fechar, o atual líder garantiu que "quem não é do Benfica não vai estar no Benfica."
"Nas modalidades, se o andebol fosse o parente pobre das modalidades, não tínhamos conquistado este título. Não há parentes-pobres. Temos muitas modalidades, há quem pense que são a mais. Não consigo pensar assim, tenho de pensar que o Benfica tem de arranjar sempre solução para as suas equipas ganharem. Desse modo, garanto-vos que não há parentes pobres. Podíamos optar por investir mais no andebol e prescindir de outras. Se o volei está a ganhar, tem de continuar a ganhar. Há procura de vitórias em todas as modalidades, nem que seja no berlinde", começou por garantir o líder encarnado.
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Voltando-se para o futebol, Rui Costa assumiu a responsabilidade pelo que sucedeu na época que terminou e deixa claro que não será o presidente das vitórias e que não se esconderá. "O que queremos saber é quando vamos ao Marquês. É verdade que falhámos esta época e sou o principal responsável. Nunca serei presidente das vitórias. Não me vou esconder. (...) Perdemos 18 pontos a jogar em casa. O que tem sido a nossa fortaleza este ano foi o nosso desastre. Isto tem que nos fazer pensar bastante. Assumidas as responsabilidades sobre o que aconteceu, o que procuramos é inverter este ciclo. Não será fácil, obrigará a muitas mudanças mas acredito. Notou-se uma mudança de mentalidade nas modalidades e quem as acompanha não pode dizer o contrário. Muito se deveu à abertura dos pavilhões para galvanizar as equipas e responsabilizá-las. Os nossos atletas sentiram isso. O que mais precisa de mudar é a mentalidade. No Benfica, ganhar, perder ou empatar nunca será igual. (...) Não vou deixar de ser eu, vou continuar a ser o Rui Costa", garantiu.
A aposta em Schmidt
O presidente das águias abordou novamente a aposta em Roger Schmidt. "O que procuramos para este ano é manter o paradigma dos últimos anos, daí a contratação de um treinador no qual acredito muito. A principal escolha é a qualidade e muita da história do Benfica é feita por treinadores estrangeiros. A escolha baseou-se no sentimento de acreditar que o treinador venha dar o futebol que nos queremos. Não é só ganhar, que venha trazer o futebol que nós queremos: de ataque, dinâmico e alegre. Vai ser preciso mudança, nomeadamente no plantel. Alinhámos uma estratégia onde não descurámos a formação, teremos seis a sete da formação no plantel principal e onde conseguiremos fazer a aposta na formação, quer nos jogadores experientes, reduzindo o número de ativos que temos, cada vez mais. Não precisamos de jogadores para treinar no Benfica, precisamos de jogadores para ganhar no Benfica."
A fechar, o líder encarnado lançou um olhar para o que aí. "O primeiro jogo da época será uma pré-eliminatória da Liga dos Campeões e importa chegar aí com uma equipa já estável. E uma das coisas que temos visto nos últimos anos é alguma falta de profundo conhecimento do nosso Benfica dentro do campo. Fazer muitas mudanças é um risco, mas um risco que assumo", enfatizou, antes de fechar a sua intervenção com um agradecimento ("pela presença e pelos conselhos") e com um repto para que na sexta-feira os adeptos apoiem a equipa de hóquei em patins no dérbi com o Sporting.
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