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Direção não está obrigada a apresentar um novo, já que os estatutos são omissos
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Os sócios do Benfica chumbaram o orçamento de exploração, de investimentos e o plano de atividades da direção para 2020/21, que prevê 918 mil euros de lucro. Em assembleia geral, no Pavilhão nº 2 da Luz, houve 48,28% dos votos contra e 47,79% a favor do mesmo. Num universo de 1.505 sócios, para um total de 38 mil votos, 3,93% votaram em branco.
A revisão de estatutos de 2010 demonstra uma omissão de consequências quanto a este chumbo, algo que, aliás, acontece desde 1996, aquando da introdução da obrigatoriedade de elaboração deste documento para a época. É, aliás, a primeira vez que o orçamento é chumbado em 24 anos. Em momento algum da história dos encarnados o orçamento pôde propiciar a queda da direção, ao contrário do que acontecia com a reprovação do relatório e contas até 2010. Até então, a direção dispunha de 15 dias para apresentação de novo documento, em caso de veto. Se a proposta alterada fosse também rejeitada, a direção caía. Em setembro de 2012, o relatório e contas foi reprovado, mas nada sucedeu à direção encabeçada por Luís Filipe Vieira, presidente reconduzido no mês seguinte.
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