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Começou a trabalhar aos 12 anos, a lavar carros ou como ajudante de pedreiro...
A afirmação de Djavan no futebol profissional não foi fácil. O lateral, antes de ingressar no Feirense (clube brasileiro), esteve muito perto de desistir da carreira. Só não o fez por insistência do pai, Jerónimo, que obrigava o filho a levantar-se diariamente às 6 da manhã para se treinar antes de ir trabalhar no posto de abastecimento de combustíveis. “Acreditou em mim e nunca me deixou desistir. O meu pai nunca foi profissional, mas sempre manteve uma boa condição física. Acordava às 6 horas da manhã e ia correr comigo, pois sempre achou que a velocidade e a resistência eram fundamentais para um atleta”, confessou o jogador ao site do Corinthians Alagoano.
Neste ponto, a carreira de Djavan cruza-se com a de Pepe. Anael Feitosa Ferreira, pai do internacional português nascido em Maceió que representa o Real Madrid, também obrigava o filho a correr de manhã e colocava-o a saltar no mar com pesos nos pés para ganhar impulsão. Ainda hoje o central da Seleção Nacional recorda com saudade as madrugadas na praia com o pai.
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Necessidade
Oriundo de uma família humilde, Djavan partilhou os primeiros anos da sua vida com as suas quatro irmãs. Em clara minoria nas brincadeiras em casa, o esquerdino não demorou a procurar os amigos na rua, onde começou a mostrar um jeito inato nas “peladas” disputadas. Aos 12 anos começou a ajudar o orçamento familiar a trabalhar num posto a lavar carros. Por vezes ainda assistia um amigo como ajudante de pedreiro.
Quando atingiu a maioridade começou a ver no futebol um meio para oferecer melhores condições de vida à sua família. Abandonou Serrinha da Baía e deslocou-se ao Rio de Janeiro, para se treinar no Tigre, onde foi preterido por não ter empresário. Seguiram-se mais experiências em clubes de pequena dimensão. A força para continuar a sonhar era dada em casa, pelo pai, que nunca o deixou desistir do sonho.
Já tinha 23 anos quando começou a despontar no Feirense, clube que deixou devido a salários em atraso, para ingressar no Astro. Seguiu-se o Corinthians Alagoano, que lhe permitiu vir para a Europa, mais precisamente para a Académica, onde não demorou a despertar o interesse de vários clubes após a adaptação. Em janeiro teve a oportunidade de ingressar no Lille, mas a direção da Académica recusou deixá-lo sair por um milhão de euros. Agora, aos 26 anos, pode vir a concretizar os seus sonhos de menino, na Luz.
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