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OS PASSAPORTES comunitários de Escalona e Uribe, jogadores chilenos ligados ao Benfica, poderão estar a ser investigados pelas autoridades policiais e desportivas europeias. A notícia, avançada segunda-feira pelo jornal chileno "El Mercurio", surge na sequência das investigações que estão a ser feitas ao passaporte do também chileno Pablo Contreras, do Mónaco.
O facto de o agente FIFA Pablo Tallarico ser o empresário de Escalona, Uribe e Contreras, segundo o "El Mercurio", despertou a atenção das autoridades do Velho Continente, que estariam a averiguar em que circunstâncias os jogadores encarnados obtiveram passaportes de origem comunitária e se os mesmos são legais.
O defesa-esquerdo benfiquista, que só recentemente conquistou o estatuto de titular, já estaria ao corrente das investigações em curso. Escalona, em declarações ao "El Mercurio", confessou não recordar de que forma adquiriu a nacionalidade italiana. "Creio que este tema esteve a cargo de alguns advogados, que me encontraram um bisavô italiano, mas não tenho certeza se foi isso", afirmou o futebolista. Uribe, que está a disputar um torneio na Índia com a selecção chilena, tem evitado fazer comentários sobre o assunto.
O jornal "La Tercera", na sua edição de terça-feira, publica novos dados sobre o tema e revela que as maiores suspeitas recaem no passaporte de Escalona.
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