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Jaime Antunes considera impossível os encarnados serem detidos por um investidor
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Com a proposta única de revisão do estatutos, resultado do acordo entre Direção, Comissão e 'Servir o Benfica', o encarnados reforçam a blindagem no universo empresarial, nomeadamente na SAD, sublinhou Jaime Antunes, nas declarações à BTV.
"Com esta proposta, reforça-se o maior peso, e responsabilidade também, na intervenção do Benfica nas empresas particapdas, particularmente nas sociedades desportivas. Há a garantia de que o Benfica não pode perder a maioria e tem de manter o controlo da gestão. Compete ao Benfica indicar o presidente do Conselho de Administração e da Comissão Executiva, se existir. Cria-se aqui um conjunto de instrumentos de responsabilização das direções futuras, no sentido de assumirem a liderança clara das sociedades, neste caso contreto, da SAD", adiantou.
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Numa altura em que é conhecida a intenção do Lenore Sports Partners em adquirir a participação do empresário José António dos Santos (16,38%), Jaime Antunes assegurou que a SAD nunca terá outro dono. "É impossível com estes estatutos. Para que isso possa acontecer, é preciso haver uma assembleia geral que altere os estatutos. Uma direção futura não pode criar uma situação em que o Benfica fique minoritário na SAD."
Jaime Antunes anunciou, por outro lado, uma alteração. Em caso de aprovação da proposta única, os sócios vão passar a votar "as contas consolidades do grupo e não apenas do individual". "Isto é uma mudança extraordinária, do ponto de vista do poder dos sócios na vida do clube", adiantou, revelando que está definida a obrigatoriedade de ser aprovado, em assembleia geral, um regulamento de ética e de boas práticas".
Limitação de mandatos
A limitação de mandatos está salvaguardada na nova proposta. "A solução foi no sentido de haver uma limitação de três mandatos para os presidentes da Direçao, da Mesa da Assembleia Geral, do Conselho Fiscal e da Comissão de Remunerações. Se desempenharem estas funções durante três mandatos não poderão candidatar-se ao cargo novamente", explicou, esclarecendo que a limitação só se aplica aos presidentes e visa evitar "eternização das pessoas nos mesmos cargos".
Remunerações
A proposta prevê, igualmente, a remuneração dos orgãos sociais, rompendo com o que se passa atualmente. Nesse sentido, será criada uma comissão de remuneração, "composta por cinco sócios do Benfica, com qualificações e experiência para desempenhar as funções e definição das remunerações da Direção e dos restantes órgãos sociais ao nível de senhas de presença". "Será eleita pelos sócios juntamente com os órgãos sociais. Não poderá ser demitida e terá de desempenhar a sua função e a Direção não poderá ter intervenção nessa matéria", esclareceu Jaime Antunes.
Segundo o dirigente, haverá um teto para despesas com remunerações de 0,5 por cento da faturação do grupo Benfica, para "evitar alguma irracionalidade que possa existir". "Quem for remunerado numa sociedade não pode ser remunerado na Direção. Quem for remunerado na Direção não pode ser remunerado numa sociedade", acrescentou, acreditanto que esta proposta será "um excelente instrumento" para o futuro das águias.
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